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20120108

Divulgação | Musicoterapia e Autismo

http://www.youtube.com/user/Musicoterapiautismo/featured
Canal, no youtube, acerca de Musicoterapia e Autismo. A autora apresenta-se como:
"Sou professora de educação musical infantil formada pela UFRGS em 1982 com especialização em musicoterapia em 2007. Trabalho como professora de música na UNB no Projeto de Música para Crianças e em minha casa, com musicoterapia para crianças com diferentes transtornos no desenvolvimento, especialmente dentro do espectro do autismo."
Descrição:
"A exposição deste trabalho pretende abrir um diálogo com leigos e profissionais do assunto que tenham, como nós, interesse em ampliar a visão sobre o autismo e a musicoterapia. Este vídeo mostra algo do nosso trabalho com uma criança com autismo.
contato: clarisseprestes@gmail.com"
Um vídeo (entre vários):

20100727

'Sons de bebés facilitam diagnóstico de autismo'

Imagem de CH

Investigadores americanos acreditam ser capazes de distinguir bebés autistas a partir dos sons que eles produzem, revela um estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Através de um método para a análise das vocalizações emitidas por 232 crianças com idades entre dez meses e quatro anos, os especialistas da Universidade do Kansas identificaram diferenças nos sons emitidos pelas que foram diagnosticadas como sendo autistas. A tecnologia permitiu diagnósticos correctos em 86 por cento dos casos.

Estudos anteriores indicam uma associação entre características vocais e autismo, mas, até então, o critério voz nunca tinha sido usado no diagnóstico desta condição. Os investigadores analisaram 1500 gravações com um dia de duração feitas através de aparelhos fixados nas roupas das crianças. Mais de três milhões de sons infantis foram usados na investigação e foram considerados 12 parâmetros específicos associados ao desenvolvimento vocal do bebé.

Entre eles, o mais importante foi a habilidade da criança em emitir sílabas bem formadas a partir de rápidos movimentos do maxilar e da língua. Nas crianças autistas até quatro anos de idade, o desenvolvimento nesse parâmetro é mais lento. "Essa tecnologia poderia ajudar pediatras a fazer testes de autismo para determinar se o bebé deve ser examinado por um especialista para diagnóstico", disse Steven Warren, da Universidade do Kansas, um dos investigadores envolvidos no estudo.

O mesmo explicou ainda que a nova técnica pode identificar sinais de autismo aos 18 meses de idade, sendo que actualmente, a média de idade das crianças diagnosticadas com a condição nos Estados Unidos é 5,7 anos. E quanto mais cedo é feito o diagnóstico, mais eficazes são os tratamentos, acrescentou o especialista.

Outro ponto forte da tecnologia é que se baseia em padrões sonoros ao invés de palavras e pode ser usada para testar crianças de qualquer país. "Pelo que sabemos, os aspectos físicos da fala humana são os mesmos em todas as pessoas", sublinhou Warren.
Fonte: Ciência Hoje

20090430

Estudo identifica influência genética no autismo

Imagem em AUTISMO E TRATAMENTO MÉDICO

"Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na revista científica Nature apresentou as provas mais convincentes encontradas até hoje de que os genes tem um papel fundamental no desenvolvimento do autismo. Cientistas da Universidade da Pensilvânia detectaram pequenas mudanças genéticas que parecem ter um forte impacto na probabilidade de um indivíduo desenvolver o autismo e outras doenças relacionadas, como a síndrome de Asperger.

As mudanças influenciam genes que ajudam a formar e manter conexões entre as células do cérebro. O estudo destacou em particular uma variante genética comum que, se "consertada", poderia diminuir os casos de autismo em 15%. Pesquisas anteriores já relacionou outras variantes genéticas ao autismo, mas todas elas são relativamente raras.


Proteínas
Para o atual estudo, os pesquisadores analisaram mais de 10 mil pessoas, buscando no genoma humano as pequenas diferenças entre as pessoas que sofrem de autismo e aquelas que não apresentam o problema. Eles encontraram muitas variantes genéticas normalmente associadas ao autismo - todas elas apontavam para genes específicos do cromossomo 5, que controla a produção de proteínas que ajudam as células a se manterem juntas e a realizar as conexões nervosas.

Uma variante, entretanto, ligada a um gene chamado CDH10, está presente em mais de 65% dos casos de autismo, e os pesquisadores calcularam que solucionando esta mudança seria possível cortar o número de casos em 15%. Segundo os cientistas, o autismo também está relacionado, com menos intensidade, a um grupo de cerca de 30 genes que produzem proteínas que ajudam as células cerebrais a migrar para os lugares certos e a se conectarem às células vizinhas.

Outras mudanças genéticas notadas pelos pesquisadores ocorrem em genes envolvidos em um sistema de "reciclagem" celular que provavelmente assegura que essas proteínas atuem em perfeita ordem.


Complexo
Hakon Hakonarson, chefe da equipe de pesquisadores, reconheceu que a genética por trás do autismo é complexa. "Outros pesquisadores da doença já sugeriram que ela ocorre por causa das conexões anormais entre as células cerebrais durante o desenvolvimento da criança ainda nos primeiros estágios da vida.

Por isso, nos sentimos obrigados a encontrar provas de que mutações em genes envolvidos nas conexões cerebrais aumentam o risco de uma criança desenvolver o autismo", afirmou. "Mas provavelmente cada gene contribui um pouco para o risco, e cada um interage com outros genes e com fatores externos para desencadear a doença."

Segundo Simon Baron-Cohen, especialista em autismo da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, até hoje já foram identificados 133 genes que podem estar ligados à doença. Mas, para ele, ainda são necessários novos estudos para se descobrir como eles interagem entre si e com o ambiente externo.

"O quebra-cabeças está sendo montado pouco a pouco, e a ciência do autismo está acelerando de maneira promissora", afirmou. O autismo e doenças relacionadas afetam a interação social, a capacidade de comunicação e o comportamento."

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Disponível em: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1102263-5603,00.html

20090401

Autismo e musicoterapia: breve abordagem

Music Therapy with children with autism and people with severe disabilities



"Music heals. Just look at this video about the Nordoff-Robbins Center for Music Therapy, or ask some of the legends who support our work -- Sir Paul McCarthy, Bruce Springsteen, John Mellencamp, Rolling Stones, The Who, U2, and Ozzy Osbourne, to name a few.

At the Center, children with autism and people with severe disabilities discover new ways to communicate -- through music.

The Nordoff-Robbins approach is labor-intensive. There is no substitute for the focused and sustained attention of experienced therapists when it comes to connecting with hard-to-reach individuals.

Most sessions are conducted with two therapists, a third person films the session, and the two therapists spend additional time reviewing the videotape of each session. Each session builds upon the last, and in time, previously unspoken emotions, hidden connections and new relationships are unveiled.

As you will see on these videos, music therapy provides joy and gives rise to new ways to communicate with satisfaction and meaning." (NordoffRobbins)

Imagem: rhetorical_64

  © Blogger template 'The Base' by Ourblogtemplates.com 2008. Adapted by Margarida Azevedo (Março, 29, 2009).

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