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20090506

Colectânea de textos sobre música e musicoterapia vs. pessoas cegas ou portadoras de deficiência visual

A colectânea de textos que se apresenta incide sobre: a relação, possibilidades, métodos de interacção e benefícios da música e da musicoterapia na vida de pessoas cegas ou portadoras de deficiência visual. Inicialmente procedeu-se à recolha, selecção e compilação, na Internet, de textos de vários autores e foram pesquisados os termos: cegos, música, musicoterapia.

Nota 1 – Após uma pesquisa inicial seguiram-se outros caminhos pelo que, não é possível, neste momento, enumerar todos os autores dos artigos e textos seleccionados assim como os endereços WWW onde estão alojados (essa tarefa será efectuada posteriormente e apresentada aqui).

Nota 2 – Na impossibilidade de efectuar um resumo das mais de 200 páginas, deixo algumas palavras-chave dos referidos documentos:
Senabraille, Sistema Braille, pratica educacional com crianças surdo cegas, cegueira congénita, pessoas com deficiência visual, desenvolvimento de conceitos e habilidades de comunicação em crianças com deficiência visual, dificuldades de aprendizagem, diagnóstico e prognóstico de surdez e cegueira, Educação Musical Inclusiva, Musicoterapia cegos, formação de conceitos, imagem corporal e sexualidade de adolescentes com cegueira, leitura musical, Musicografia, modos de intenção com jovens deficientes visuais, músicos cegos, processo de inclusão escolar de crianças com cegueira, identidade visual de uma associação de deficientes visuais etc.
Nota 3 [Last but not least] – Esta pesquisa é dedicada à Beth na esperança que o material lhe possa ser útil no desenvolvimento do seu trabalho.

20090429

Projeto Musibraille

Imagens: Projeto Musibraille
"O projeto Musibraille destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes às dos colegas de visão normal. A técnica de Musicografia Braille é uma das principais ferramentas que permitem essa equivalência. Ela foi desenvolvida em 1828 por Louis Braille, que adaptou a técnica para transcrição de textos anteriormente desenvolvida para a transcrição musical. Através desta técnica um texto musical de qualquer complexidade pode ser transcrito para a forma tátil e facilmente assimilado pelos deficientes visuais.

Apesar desta vantagem, existe um grande problema para os deficientes visuais: a escassa quantidade de obras transcritas para esta técnica. Existem alguns poucos programas disponíveis no mercado para transcrição musical. Esses programas permitem de forma bastante limitada que uma pessoa cega (ou não) introduza o texto musical através de um teclado alfanumérico ou de uma interface digital para um instrumento musical (MIDI). O texto digitado pode ser escutado musicalmente e a transcrição se dá de forma automática. Alguns desses programas conseguem ler uma partitura e fazer uma pré-transcrição, através de uma técnica chamada OCR (Optical Character Recognition), economizando tempo no processo de entrada de dados musicais.

Para contexto brasileiro, entretanto, estes programas estão fora da realidade, pois além de caros são incompletos. Mais importante: não existe conhecimento disseminado nem para sua utilização direta nem para o ensino qualificado.

A situação hoje é que, como os professores de música não têm conhecimento da musicografia Braille, acabam por recusar-se a lecionar para estudantes cegos por julgarem impossível passar para eles o conteúdo das partituras com efetividade. Desta forma, torna-se muito difícil a inclusão de músicos cegos nas escolas de música regular." (Imagens: Projeto Musibraille)

Leituras recomendadas:

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