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20120611

Parabéns, Buenos Aires!

Projeto Arte Solidária chega aos hospitais de Teresina 

O Hospital do Buenos Aires será o próximo a receber a orquestra Big Band e o teatro de bonecos
"Foi assinado na manhã de hoje (11) um convênio entre a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMCMC) e a Fundação Municipal de Saúde (FMS) com o objetivo de levar arte e cultura para os hospitais municipais, humanizando o atendimento e ajudando na recuperação de pacientes. São oficinas de leitura, teatro de bonecos e musicoterapia, tanto para adultos quanto para crianças. Elmano Férrer, prefeito de Teresina, participou do evento. (...)"

Ler tudo em: http://180graus.com/politica/projeto-arte-solidaria-chega-aos-hospitais-de-teresina-532902.html

20120116

Técnicas activas

Nós não inventámos nada ; ) Gracias, Neurosciences & Musicothérapie!


"Avec pour seul instrument le corps et quelques morceaux de bambous, KoBaGi nous transporte dans un univers d'utopies singulières, sans frontières, sans limites, où les corps et les sons se démultiplient, s'entremêlent, s'assemblent et se tissent dans un fracas vibratoire, frémissant entre l'Est-Timur et l'Ouest-Barat, en esquivant tout folklore convenu... .. KoBaGi signifie Komunitas Badan Gila (la Communauté des Corps Fous), elle est issue de la rencontre entre la troupe balinaise CekGen et le musicien français Grégoire Gensse qui, pendant deux mois, les a initiés aux percussions corporelles afin de les associer à différentes traditions vocales balinaises comme le Kecak, le Genjek, les Kidung, les Kélés, etc...

www.kobagi.org (contact : kobagi@hotmail.fr)

Réalisation : Julien Vergne www.julienvergne.fr" (

"Casa da Música põe formadores a ajudar pessoas"

Pessoas sem estudos musicais podem ter em si imensa musicalidade”, dizem os formadores
JN

É um projecto inspirador e diligente: a Casa da Música dá formação musical a pessoas que não podem frequentar salas de concertos – e vai ter com elas onde estão. Os resultados são estrondosos, diz a Casa. A ideia é fazer serviço público e dar música como terapia.

Hospital Magalhães Lemos, no Porto, já acolheu o projecto “A Casa vai a casa”
Estamos no pavilhão de terapia ocupacional do Hospital Magalhães Lemos, no Porto, numa sala fria e pequena que parece uma garagem. É manhã e lá dentro estão todos de pé: oito pacientes, dois animadores e um homem de bata branca que entra e sai frequentemente. Eles mexem-se como quem quer aquecer e daqui a nada vai haver convulsão: os baldes de lixo, as garrafas, as panelas, os tubos e os tachos e as sobras de uma cama que ali vemos vão deixar de ser o que são para se transformarem em estranhos mas funcionais instrumentos musicais.

Aquilo que ali acontece – uma sessão de duas horas que faz parte de um programa de seis sessões – é “A Casa vai a casa” em movimento. É um serviço de música ao domicílio desenhado para instituições cujos utentes, pela razão de estarem internados num hospital (ou numa prisão ou numa associação ou num lar), não podem por si próprios frequentar a Casa da Música (CDM).
A ideia, que é “favorecer a auto-estima dos utentes por via da formação e da descoberta”, diz Jorge Prendas, responsável pelo departamento de Serviço Educativo da CDM, poderá parecer prosaica, mas não é: “Isto é serviço público. Isto é usar a música para terapia”. Os resultados, acrescenta Prendas, são “sólidos, com qualidade e sem condescendência”.
Superar o défice social
Projecto silencioso mas diligente, “A Casa vai a casa” funciona há quatro anos com duas brigadas de dois animadores (Artur Carvalho/António Miguel e Paulo Neto/bruno Estima) que já levaram formação e música a mais de oito mil pessoas do Grande Porto.
“As sessões são para pessoas com alguma espécie de défice social e motivacional. São, por isso, rampas motivadoras, tanto pessoalmente quanto artisticamente”, diz Artur Carvalho, que naquela manhã se aplicou em conjugações de construção e improvisação de estruturas melódicas.
Também António Miguel, que leva consigo o seu órgão, viu ali episódios de superação: “Pessoas sem quaisquer estudos musicais podem ter dentro de si imensa musicalidade. A nossa função é libertá-las”. E o formador insiste na capacidade de inclusão da música: “Nós fazemos com que as pessoas fiquem mais predispostas para a felicidade. É verdade. E é muito gratificante saber isto”.

20110507

O que é a musicoterapia?

Serão mais as questões do que as respostas. : )

Lembrei-me de partilhar este PowerPoint por ter recebido a boa nova de que a Biosofia já se encontra no Facebook (Biosofia Cluc). Apesar deste trabalho ter sido criado para outro efeito, dedico-o a esses amigos ... Para eles, um enorme bem-haja!

20110427

Aprendizagem musical evita perdas cognitivas



As muitas horas dedicadas à aprendizagem da música trazem benefícios a longo prazo, segundo mostrou um estudo publicado no jornal «Neuropsychology», da Associação Americana de Psicologia.

A investigação indica que aqueles que tocaram instrumentos musicais durante anos a fio parecem formar uma protecção natural contra perdas cognitivas, que costumam ocorrer durante a terceira idade.

Mesmo que essas pessoas tivessem parado em determinado momento das suas vidas, a mente continua a mostrar-se afiada em idade avançada, quando comparada com os que nunca aprenderam música.

Um grupo, formado por 70 músicos com idade entre 60 e 83 anos, submeteu-se a variados testes de memória e habilidade e os resultados mostraram que quem tocou música durante pelo menos uma década apresentava melhor desempenho e benefícios cognitivos. Ou seja, quanto mais as pessoas tocam, mais benefícios terão no futuro.

O piano foi o instrumento mais popular entre os músicos, seguido dos instrumentos de sopro. Todos os voluntários eram amadores e tinham em comum o facto de terem iniciado aulas de música por volta dos dez anos.

O estudo também considerou a preparação física e o nível educacional dos participantes. Os investigadores descobriram ainda que existia uma relação entre a capacidade cognitiva e os anos de actividade musical, para além de consideraram o facto de os voluntários continuarem ou não envolvidos com música.

A descoberta mostra que o funcionamento cerebral pode ser alterado e a música pode ser um assunto para considerações futuras porque envolve uma combinação de capacidades motoras, leitura, audição e acções repetitivas.

Fonte: Ciência Hoje online

20110328

Divulgação | PROJECTE XARXA






"Xarxa" és un projecte general de musicoteràpia que es pot aplicar en qualsevol dels àmbits en que treballa l'Associació Ressò de Musicoteràpia i que el realitzen única i exclusivament musicoterapeutes.
Es planteja atendre a través de la música les necessitats que sorgeixen a rel de malalties físiques i/o psicològiques, deficiències en el desenvolupament integral de la persona, desarrelament social de tot tipus... abastant totes les edats. Essent l'objectiu general del projecte:
"Provocar canvis en les persones tenint en compte la seva vàlua personal, social i cultural a través d'unes accions i activitats especialitzades que tinguin com a base la teràpia de la música, amb uns objectius específics i de tractament establerts per a cada cas"
La metodologia que s'empra és la utilització de la música com a eina principal i terapèutica a través d'activitats rítmiques i d'oïda que inclouen la cançó, l'audició, el moviment, la interpretació musical i la improvisació i creació. La proposta de treball que es realitza pot ser col•lectiva i/o individual en funció de l'àmbit en el que es treballi i els objectius que es dissenyin.

20110324

Music for a Cure.mov




Music for a Cure presents a short commercial on the importance of music therapy for Children. Featuring famous musicians and their kids! Created by Karges Media. ()

20110321

Musicoterapia | Paralisia Cerebral

Para que Juan Alexander conseguisse captar e identificar diferentes sons em um mesmo ambiente, as sessões de musicoterapia oferecidas pelo Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) foram triviais. Há dois anos, Juan faz tratamento na instituição e ilustra que, com o acompanhamento adequado, tanto dos profissionais quanto da família, é possível superar as limitações do corpo.

O garoto nasceu com paralisia cerebral, doença diagnosticada logo após o nascimento, definida por um conjunto de lesões no cérebro que comprometem seu desenvolvimento físico e visual. Juan possui hipersensibilidade a sons, e esse foi um dos principais aspectos trabalhados pelo setor da musicoterapia em seu tratamento.

É difícil de imaginar, mas em decorrência da hipersensibilidade auditiva, tarefas rotineiras de qualquer criança se tornavam complicadas na vida de Juan. Brincar, ir a festas de aniversário e até dar continuidade ao tratamento de reabilitação eram atividades que precisavam ser adaptadas por conta da sua alta percepção auditiva.

O menino faz parte do universo de milhares de pessoas beneficiadas pela iniciativa. Apenas no último mês de janeiro, o setor de musicoterapia realizou 222 atendimentos, entre crianças, jovens e adultos. Desde sua inauguração em abril de 2008, até janeiro deste ano, o CEIR já atingiu 152.838 atendimentos voltados à reabilitação física de pessoas com deficiência.

“O Juan chegou na musicoterapia encaminhado pela fisioterapia, já que durante as sessões do setor ele se assustava muito com qualquer tipo de som. Por conta da deficiência visual, a sua audição é muito aguçada. Trabalhei a aceitação de diversos sons, em diferentes situações”, explica a terapeuta do Ceir, Leila Sousa.

A linguagem da música como instrumento de reabilitação propiciou ao garoto novas experiências auditivas, reconhecimento e aceitação das mesmas. O processo de adaptação e reconhecimento de Juan foi paulatino. Durante o próprio tratamento, choros e reações de susto foram inevitáveis.

Com o objetivo de avaliar o resultado do trabalho, os musicoterapeutas do Ceir propuseram a realização da festa de aniversário do menino na própria instituição. Os amiguinhos, que também fazem reabilitação no Centro, os profissionais que acompanham Juan, e a família estavam presentes e, para ressaltar, fazendo muito barulho.

Fruto do tratamento, o comportamento de Juan foi de tranquilidade e diversão. “Em geral, a confirmação do desenvolvimento de Juan foi excepcional. O meu sentimento é de uma imensa satisfação, o Ceir mudou tudo, contribuiu muito para todos os setores da vida do Juan. Hoje ele consegue ficar em pé, comer com facilidade, ficar em ambientes com barulho, coisas que antes do tratamento eram impossíveis”, finaliza a mãe de Juan, Rejane da Silva.

Fonte:  © CidadeVerde.com

20110318

INFO | Musical Instruments > Sound Therapy

Imagem @ Sound Travels


Espreitem!!! Vale a pena. Muitos instrumentos interessantes : )

Musicoterapia e Necessidades Educativas Especiais

Photos by KATI BEXLEY/The St. Johns Sun
Music isn't just a form of entertainment for students such as Amanda Hunter. "Music helps me with multiplication. Music is awesome. I learn a lot from it," the 11-year-old says.
Amanda Hunter, 11, is a typical middle-schooler, sporting a Jonas Brothers backpack and gushing over the group.

But for Amanda, music holds more meaning than a simple boy-band crush.

"Music helps me with multiplication," the wheelchair-bound Amanda said with a proud smile. "Music is awesome. I learn a lot from it."

Amanda is one of 250 special-needs students at Cunningham Creek Elementary School, the largest program for ESE, exceptional student education, in Northwest St. Johns County. She is also part of the music therapy program at Cunningham Creek, the only school in the county that offers it, said Principal Betsy Wierda.

Strong support for program
Music therapist Minda Gordon said this is the fourth year since she began the program at the school and she has seen drastic changes in students such as Amanda.

"There were students who we didn't even think could talk. Now they dance and sing," Gordon said. "We found that if you raise the bar for these students, they'll jump it."

The program is funded by Ponte Vedra Beach's Cultural Center and St. Johns County's United Way.

Leigh Rodante, Cultural Center program director, said that in these tight economic times she is hoping to continue to find grants for the program.

"If not, we have a very strong board at the Cultural Center," she said. "We do everything we can to support this program."

Rodante said the Cultural Center recently won a grant to have Gordon hold workshops at 13 schools in St. Johns and Duval counties, including Webster Elementary School, the largest special needs site in southern St. Johns County.

Gordon is also traveling the nation, having just come from San Diego, speaking at conferences to tell other music therapists of her unique program.

"We have not been affected at all by the economy because we have such strong support from the Cultural Center. Our funding is unique," Gordon said. "Other schools want to know how they can do this."

Making a difference

Gordon has been a music therapist for 23 years. She began volunteering with Cunningham Creek's special needs children when her son became a student at the school.

Wierda immediately took notice.

"She was like a Julie Andrews with her guitar and singing with the kids," Wierda said. "I thought, 'I've got to get this lady here fulltime.' "

Gordon now sees more than 100 students at the school whose special needs range from autism to Down syndrome to cerebral palsy. She also meets with mainstream students who have social and behavioral issues.

In her classes, students dance, sing, learn sign language and other skills, such as math, while Gordon plays her guitar and leads the group in a song.

"Music makes such a difference in these kids' lives," she said. "They are amazing to watch."

20110316

INFO | "Musicoterapia no ciclo de vida" em debate na Lusíada

A "Musicoterapia no ciclo de vida" será o tema do VI Encontro Anual da Associação Portuguesa de Musicoterapia (APMT) que se realizará, no dia 25 de Março de 2011, na Universidade Lusíada de Lisboa.

Segundo o programa do Encontro, este está organizado em três painéis cujas comunicações irão ilustrar possíveis aplicações da Musicoterapia numa dada fase do ciclo de vida e terminará com dois workshops simultâneos que contemplam uma área mais recente da Musicoterapia, a da promoção do bem-estar e do desenvolvimento pessoal.

De acordo com a Prof.ª Doutora Teresa Leite, Presidente da APMT, esta iniciativa tem como objectivos centrais "reunir os profissionais da Musicoterapia e áreas afins, dar a conhecer as aplicações da Musicoterapia à comunidade profissional e ao público em geral". (helder.machado  | Universidade Lusíada de Lisboa )
sítio web | programa | desdobrável (em baixo)

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20110224

'Musicoterapia é sinônimo de qualidade de vida'

A música tem uma influencia significativa na vida das pessoas, despertando emoções ou prazeres em situações cotidianas. Nos últimos anos passou a se destacar também no cenário terapêutico, contribuindo no tratamento ou prevenção de enfermidades. Trata-se da Musicoterapia, atendimento que consiste na utilização da música, sons e instrumentos musicais para a recuperação e reabilitação da saúde, proporcionando uma melhor qualidade de vida.

Segundo Wanderley Alves Júnior, musicoterapeuta do Hospital Infantil Darcy Vargas e especialista em psicoterapia ambulatorial pela Universidade Federal de São Paulo, o tratamento é indicado para crianças, adolescentes, adultos e idosos, auxiliando no desenvolvimento emocional, afetivo e social do indivíduo. "Entre diversas outras aplicações, a Musicoterapia é indicada, por exemplo, às crianças com autismo, adolescentes com dificuldades de comunicação, adultos com transtornos emocionais e stress e idosos com quadros de demência, como Alzheimer e Parkinson", explica.
Para passar pelo tratamento não é necessário saber música ou tocar algum instrumento, já que o musicoterapeuta tem formação específica para conduzir as sessões. "Durante as sessões o musicoterapeuta e a pessoa que buscou o tratamento se comunicam e interagem fazendo música. O ato de fazer música, além de prazeroso, é carregado de emoções, afetos e estimula diferentes funções cerebrais", afirma.

musicoterapia_4


 O atendimento consiste na utilização da música

O tratamento pode ser realizado em consultórios ou residências sempre acompanhado de um profissional. "É importante verificar a formação profissional, uma vez que só é habilitado a atuar como musicoterapeuta quem cursou a faculdade de Musicoterapia".
Wanderley realiza a partir do dia 19 de março, em quatro módulos, o 2º Curso de Extensão em Musicoterapia para estudantes e profissionais das áreas de saúde, artes, música, educação, serviço social e áreas afins. O encontro, promovido pelo NAPE (Núcleo de Arte e Educação), vai acontecer no Hotel Othon em São José dos Campos. Mais informações e inscrições: napesjcampos@uol.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
O musicoterapeuta Wanderley Alves Junior tem consultório em Jacareí e os interessados no tratamento podem entrar em contato pelo telefone (12) 8128-2301 ou e-mail contato@wanderleyalves.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

20110217

'Musicoterapia ajuda pessoas com Alzheimer'

Associação Alzheimer Portugal promove esta intervenção alternativa

Música ajuda pessoas com doença de Alzheimer
A Alzheimer Portugal melhora a qualidade de vida das pessoas com doença de Alzheimer através da música, promovendo sessões gratuitas de Musicoterapia, no Centro de Dia, em Lisboa.
As sessões de intervenção de Musicoterapia da Alzheimer Portugal, resultantes de um dos projectos da SIC Esperança, têm carácter semanal e podem decorrer de acordo com diferentes vertentes.
Maria Gabriela Nicolau, Musicoterapeuta da associação, constata que “os cerca de 15 utentes que já participaram nas sessões apresentaram melhorias cognitivas e motoras visíveis, bem como, a atenuação dos sintomas ligados à perda de competências comunicacionais.”
Durante as sessões os participantes desenvolvem técnicas activas de criação e improvisação, tocando instrumentos de fácil manuseamento e através do canto, com o objectivo de aumentar a comunicação, a socialização, os funcionamentos cognitivo e físico, e, diminuir a ansiedade e a agitação, para a melhoria da qualidade de vida.
“A musicoterapia apresenta benefícios visíveis nas pessoas com competências comunicacionais diminuídas e quanto mais cedo for iniciada a intervenção maiores são os benefícios alcançados, independentemente da idade ou do estágio da doença”, acrescenta Maria Gabriela Nicolau.
A Alzheimer Portugal disponibiliza sessões de Musicoterapia individuais, destinadas a pessoas com Doença de Alzheimer que apresentam necessidades muito específicas, sessões de grupo, com um limite de 15 participantes, e sessões que promovem as relações intergeracionais, promovendo o convívio das pessoas com doença de Alzheimer com crianças em idade pré-escolar.

17 de fevereiro de 2011
Fonte: Hill & Knowlton
Fonte: SAPO

20100222

"Vítimas de derrame podem recuperar a fala com o canto"

"SAN DIEGO, EUA (AFP) - As vítimas de acidentes vasculares cerebrais podem recuperar a fala com o canto, anunciaram cientistas americanos em San Diego.

Gottfried Schlaug, professor associado de Neurologia do Hospital das Clínicas Beth Israel Deaconness Medical Center, e a Facultade de Medicina de Harvard concluíram que os pacientes que sofreram derrame no lado esquerdo do cérebro são incapazes de pronunciar palavras, mas podem cantar as mesmas.

Na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), Schlaug exibiu no sábado à imprensa um vídeo de um paciente com uma lesão no lado esquerdo do cérebro, a quem pediu que recitasse a letra de "Parabéns para Você".

O paciente não conseguiu atender o pediro e se limitou a repetir as letras N e O.

Mas quando Schlaug pediu que cantasse a música, enquanto alguém sustentava a mão esquerda do paciente com uma batida no ritmo da canção, ele disse claramente "Parabéns para Você".

"Este paciente murmura frases sem sentido quando pedimos que diga as palavras, mas se pedimos que cante ele consegue pronunciar as palavras", disse Schlaug.

A outro paciente ele ensinou a dizer "tenho sede" com o canto, enquanto outro enfermo, vítima de uma grande lesão no lado esquerdo do cérebro e que durante vários anos tentou várias terapias para recuperar a fala, todas sem êxito, conseguiu falar o próprio endereço.

Imagens dos cérebros de pacientes com lesões provocadas por derrames no lado esquerdo do cérebro - que é mais usado para a fala - mostram mudanças funcionais e estruturais no lado direito do cérebro depois que foram submetidos a esta forma de tratamento com as canções, chamada Terapia de Entonação Musical (MIT, na sigla em inglês).

Schlaug está realizando atualmente um teste clínico aleatório da terapia para obter a aceitação da mesma na área médica."
http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/100221/saude/eua_sa__de_ci__ncia 

20100130

'Music therapy helps my son through cancer treatment'

"Dana-Farber's music therapy program, offered through the Leonard P. Zakim Center for Integrative Therapies, has been a respite for my son Paul during his cancer experience.
Although cancer can sometimes deplete the human spirit, music therapy can uplift and transform — bringing the mind, body, and soul into harmony.
Until you or someone you love is battling cancer, you may not be able to understand the magnitude of the illness and how it can affect you emotionally, physically, and spiritually.
The doctors' appointments, transfusions, infusions, blood counts, surgeries, and diagnostic procedures can literally take over your days, putting your "normal" life on hold.
Paul's life has been on hold since he was struck by a car while riding his bike in 2001, when he was 13. He was not wearing a helmet, and suffered a severe traumatic brain injury. Not expected to live, he was given last rites.
When Paul awoke from a two-month coma, he could not walk or talk. But somehow, through the grace of God, the expertise of doctors, and Paul's own determination, he miraculously recovered.
He regained his cognitive abilities, his voice returned, and he was able to walk to the podium to receive his high school diploma — taking steps his doctors once deemed impossible.
At the time of Paul's graduation he was also recovering from another major hurdle: a bone marrow transplant as treatment for leukemia.
Many children are unable to find a bone marrow donor, but thankfully one of Paul's seven siblings, his 11-year-old brother, was a perfect match, and he received his transplant through Dana-Farber/Children's Hospital Cancer Care.
Isolated and bored in the hospital, Paul picked up a guitar and began to teach himself how to play.
He had been held captive for three months during his transplant procedure and recovery, all alone except for his family and a guitar. The only other people he saw were his care team and the music therapist they recommended, Brian Jantz.
Playing the guitar with Brian kept my son from falling into a deep depression. It gave him something to look forward to, and brought meaning to his days in the hospital and during the following year, when he had to deal with graft-versus-host disease, and was isolated in his bedroom to avoid getting an infection.
After that, Paul was desperate for relief from his symptoms, which included nausea, dizziness, fatigue, and itchiness.
After many types of medications and procedures, he was a little reluctant to experiment with alternative methods, but finally he sought help again from the Zakim Center and tried meditation, hypnosis, and acupuncture.
Remarkably, I saw a transformation in my son's spirit. He now felt he had some control over his situation, and seemed more at peace.
Paul was surprised and relieved when these therapies helped his symptoms subside. He continued to use music as a way to relax and heal. Then he met Jonathan Auerbach, a professional rock musician, song writer, and performer who volunteers with the Zakim Center's music therapy program.
Through his guidance, the Rockin' Time Jam Workshops at Dana-Farber were created, where Jonathan and Brian come together to help pediatric cancer patients find purpose by striving to become musicians. Or sometimes they just hang and "jam."
Today when Paul returns to the Jimmy Fund Clinic, he always leaves time for music therapy. At Jonathan's music workshops, he can enjoy spending time with other kids who are looking for a respite from their cancer — and regroup, revamp, and revive.
Paul's story is just one of many in which integrative therapies, and especially the music therapy program at the Zakim Center, complement western medicine and help to heal and give hope to anyone challenged by cancer."

— Dixie Fremont-Smith Coskie

Fonte: Dana-Farber Cancer Institute

20091022

Pontes ...

Imagem: Fast Forward Weekly (FFWD)


Local charity Musikiva connects kids in Calgary and Kenya through song


"Speaking both figuratively and literally, Calgary and Kenya are pretty far apart. Not only do a great many kilometres of cold, unwelcoming ocean separate the Canadian Prairie city from the African country, but the two locales are also untold leagues apart culturally, socially, politically and economically. This is not news. What is, however, is that Kenya and Calgary will be moving ever so slightly closer together soon thanks to Musikiva Canada Inc., a Calgary-based non-governmental organization that will provide music therapy to at-risk youth in both areas.

“The idea came from a trip that I took to Tanzania and Rwanda about four years ago in 2005,” explains Musikiva’s executive director Shannon Robinson. “I was travelling with another NGO and got to see the impact an NGO can have on poverty and the living conditions there. When I was in Rwanda, I also ran into a couple guys who were the co-founders of yet another NGO [Kageno Worldwide Inc.], a grassroots not-for-profit that’s doing work in Kenya and Rwanda. I stayed in touch with them and one of the things they do is an art exchange program between kids in New York and kids in Kenya. They were thinking that music might be a good fit for that. We’ve been dialoguing ever since and that’s where the birth of Musikiva came from.

(...)

“The one key element of music therapy is the non-verbal aspect to it; you don’t have to use words,” Robinson says. “They can actually be expressive and communicate and share experiences through making music. There’s lots of communication that can happen through their musical interactions; through playing instruments like drumming and even singing — even vocalizing — there’s a lot of connection that can happen between kids when they’re involved in singing sounds or even singing songs that they all loved and have grown up with.” (...)" LER ARTIGO COMPLETO

20090911

World Science Festival 2009: Bobby McFerrin Demonstrates the Power of the Pentatonic Scale


Vídeo: worldsciencefestival |
"Bobby McFerrin demonstrates the power of the pentatonic scale, using audience participation, at the event "Notes & Neurons: In Search of the Common Chorus", from the 2009 World Science Festival, June 12, 2009.

For related content, please view the full "Notes & Neurons: In Search of the Common Chorus" program at our website
"(worldsciencefestival)

Notes & Neurons | Filmed on June 12, 2009

TODOS OS VÍDEOS AQUI (5)

"Is our response to music hard-wired or culturally determined? Is the reaction to rhythm and melody universal or influenced by environment? Join host John Schaefer, Jamshed Barucha, scientist Daniel Levitin, Professor Lawrence Parsons and musical artist Bobby McFerrin for live performances and cross cultural demonstrations to illustrate music’s note-worthy interaction with the brain and our emotions.

20090716

"MUSICOTERAPIA PARA POLICIAIS MILITARES"


“Marcha, soldado, cabeça de papel…”. Na quadra do 6º Batalhão da Polícia Militar do Interior (6º BPM/I), na Ponta da Praia, em Santos, nas manhãs de terça-feira, quem não marchar direito não “vai preso pro quartel”. Ali, há dois meses, das 9 às 10 horas, não interessa a patente: soldado efetivo ou temporário, sargento, capitão ou major, todo mundo é igual. E não é preciso marchar. Basta entrar no ritmo.
Estamos na aula de musicoterapia, desenvolvida durante a prática desportiva dos integrantes do 6º Batalhão. A iniciativa faz parte de um projeto da Polícia Militar do Estado, que visa implantar na Baixada Santista a Polícia Comunitária, e conta com o trabalho voluntário dos musicoterapeutas Abigail Baraquet, Rogério Baraquet e Jayme Lopes, que integram a Subcomissão de Polícia Comunitária de São Vicente.

“Esse é um projeto que já desenvolvemos em São Vicente”, conta o coordenador do trabalho e chefe da Divisão Administrativa do batalhão, major Cláudio de Oliveira, que também participa das aulas.

Na avaliação do major, além de auxiliar no aspecto físico, as aulas melhoram as condições espiritual e de equilíbrio dos policiais militares.

“Na nossa atividade, trabalhamos sob estresse. Aqui, desenvolvemos a cooperação e o autoconhecimento, que é fundamental”, lembra Oliveira. “Se o policial chega a uma ocorrência mais concentrado, mais focado, tem condições de trabalhar melhor o que aprendeu”.

RESULTADOS

De acordo com a musicoterapeuta e psicóloga Abigail Baraquet, durante as aulas os participantes trabalham a psicomotricidade musical. Em outras palavras, os policiais militares realizam os exercícios que fazem normalmente, só que de forma coordenada, com músicas selecionadas. “Eles já melhoraram a coordenação motora, a autoestima, o equilíbrio, a percepção, a atenção”, enumera a musicoterapeuta.

“O coronel Ailton (Araújo Brandão, comandante do Comando de Policiamento do Interior 6), preocupado com o estresse, a depressão, quecostuma acometer policiais militares, resolveu proporcionar esse trabalho de musicoterapia a eles”, explica Abigail.

“Como esses profissionais, pela própria formação e por manter uma postura reservada, via de regra, têm dificuldade de fazer terapias convencionais, esse trabalho, além de ser lúdico, dispensa a exposição e a verbalização”, ressalta a musicoterapeuta.

Segundo Jayme Lopes, que também é psicomotricista e ritmoterapeuta, muitos participantes que, no início, ficavam meio “travados”, agora se sentem mais soltos e realizam melhor os movimentos. “Estamos trabalhando também a autoaceitação, além da autoestima. Procuramos fazer com que eles se toquem, se aproximem”.

Já com o músico e cantoterapeuta Rogério Baraquet, os policiais militares desenvolvema hata yoga,fazendo alongamentos e trabalhando a concentração, a respiração e, finalmente, a vocalização de trechos musicais. “Eles repetem um trecho de música que contenha mensagens positivas”, conta o músico.

Para as soldados temporárias Karina de Souza Lins e Samira Duarte dos Santos, as aulas ajudam a acabar com o estresse do serviço. “Percebi quemelhorou o convívio, estamos mais próximos, mas unidos”, completa Samira.

Na Área Continental de Santos, os moradores contam, desde a semana passada, com policiamento comunitário da PM." (publicado por roberto conde guerra em JORNAL FLIT PARALISANTE)

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