Mostrar mensagens com a etiqueta Musicoterapia e depressão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Musicoterapia e depressão. Mostrar todas as mensagens

20110505

"Depressão e Musicoterapia"


É inegável a carga simbólica que a música traz consigo. As possibilidades de comunicação através da música estão na capacidade de ultrapassar a censura verbal consciente e sua ligação íntima com a vida. (Priestley, 1987) 
A Musicoterapia nesse contexto pode contribuir significativamente para a melhora do estado de saúde destes pacientes. Esta situação é possível por diversas razões. Primeiro porque a Musicoterapia, partindo da intervenção clínica através da música, constitui uma situação terapêutica não-invasiva para o paciente. Depois, porque permite a abordagem de aspectos clínicos importantes que não são tidos em consideração nas intervenções terapêuticas convencionais. 
A Musicoterapia tem a capacidade de mobilizar a subjetividade e se coloca  como facilitadora da expressão e da troca dos sentimentos e pensamentos entre os participantes de um grupo terapêutico. A música é criada, experimentada, transformada, ressignificada no momento da vivência musicoterapêutica, propiciando ao paciente: iniciativa, movimento, criatividade, inovação, entre outras. A utilização da música a partir de um conhecimento musicoterapêutico tem o poder de entrar em contato direto com as emoções e sentimentos internalizados e bloqueados, possibilitando entre outras coisas transformações que levam à modificação de padrões cristalizados; promovendo a reconstrução da identidade e a construção da auto-estima.
 
 

20090330

"Música contra sintomas da depressão"

Foto: © EDYTA PAWLOWSKA/SHUTTERSTOCK
MUSICOTERAPIA foi mais eficaz na redução dos sintomas de depressão que psicoterapia convencional

A musicoterapia pode reduzir os sintomas da depressão, segundo revisão sistemática publicada pela Biblioteca Cochrane, organização mundial dedicada ao estudo da eficácia de intervenções terapêuticas. Os pesquisadores analisaram cinco estudos que avaliaram o uso da música no tratamento de pessoas deprimidas, dos quais quatro mostraram que o método foi mais eficaz que outras técnicas psicoterápicas que não usam recursos musicais.

“Embora a evidência tenha origem em estudos de pequeno porte, ela sugere que essa é uma área que merece mais investigação”, diz a arteterapeuta britânica Anna Maratos, coordenadora da pesquisa. O interesse pela música como recurso terapêutico não é novo, mas tem crescido nos últimos anos devido a inúmeras experiências que mostram a influência benéfica da combinação de ritmos, melodias e harmonias em uma série de transtornos psíquicos. Alguns bons exemplos estão no livro mais recente do neurologista britânico Oliver Sacks, Alucinações musicais, publicado no Brasil pela Companhia das Letras.

Diferenças na resposta aos medicamento

O efeito das drogas antidepressivas costuma variar de pessoa para pessoa. De fato, em alguns pacientes, elas podem não surtir efeito algum. Incompreendida por muitos anos, a razão dessa variabilidade começa agora a ser decifrada pela genética.

Estudo publicado pela revista Neuron demonstrou que 11 variantes do gene que codifica uma proteína transportadora no cérebro são responsáveis pela menor eficácia de medicamentos como o citalopram (vendido no Brasil como Celexa, Cipramil e Cipran, entre outros) e venlafaxina (Alenthus, Efexor, Venlaxin etc.). Segundo os autores, os resultados ressaltam a necessidade da prescrição personalizada de drogas para depressão de acordo com o perfil genético do paciente. “Assim evitaríamos que um paciente tome um remédio que certamente não fará efeito, o que, além de frustrante, é um desperdício”, afirma Manfred Uhr, coordenador do estudo.
Fonte: Duetto Editorial

  © Blogger template 'The Base' by Ourblogtemplates.com 2008. Adapted by Margarida Azevedo (Março, 29, 2009).

Back to TOP