20110427

Aprendizagem musical evita perdas cognitivas



As muitas horas dedicadas à aprendizagem da música trazem benefícios a longo prazo, segundo mostrou um estudo publicado no jornal «Neuropsychology», da Associação Americana de Psicologia.

A investigação indica que aqueles que tocaram instrumentos musicais durante anos a fio parecem formar uma protecção natural contra perdas cognitivas, que costumam ocorrer durante a terceira idade.

Mesmo que essas pessoas tivessem parado em determinado momento das suas vidas, a mente continua a mostrar-se afiada em idade avançada, quando comparada com os que nunca aprenderam música.

Um grupo, formado por 70 músicos com idade entre 60 e 83 anos, submeteu-se a variados testes de memória e habilidade e os resultados mostraram que quem tocou música durante pelo menos uma década apresentava melhor desempenho e benefícios cognitivos. Ou seja, quanto mais as pessoas tocam, mais benefícios terão no futuro.

O piano foi o instrumento mais popular entre os músicos, seguido dos instrumentos de sopro. Todos os voluntários eram amadores e tinham em comum o facto de terem iniciado aulas de música por volta dos dez anos.

O estudo também considerou a preparação física e o nível educacional dos participantes. Os investigadores descobriram ainda que existia uma relação entre a capacidade cognitiva e os anos de actividade musical, para além de consideraram o facto de os voluntários continuarem ou não envolvidos com música.

A descoberta mostra que o funcionamento cerebral pode ser alterado e a música pode ser um assunto para considerações futuras porque envolve uma combinação de capacidades motoras, leitura, audição e acções repetitivas.

Fonte: Ciência Hoje online

20110401

Blogue em destaque | 'Neurônios em Pauta'

Um blog para conexões musicais…

20110329

What? Podia repetir, se faz favor?

Para mim, é demasiado : / Mas, fica a ideia!

RIO - Mesmo quem não costuma escutar música clássica já ouviu, numerosas vezes, o primeiro movimento da "Quinta Sinfonia" de Ludwig van Beethoven. O “pam-pam-pam-pam” que abre uma das mais famosas composições da História, descobriu-se agora, seria capaz de matar células tumorais - em testes de laboratório. Uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ expôs uma cultura de células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, à meia hora da obra. Um em cada cinco delas morreu, numa experiência que abre um nova frente contra a doença, por meio de timbres e frequências.
A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais.
- Esta terapia costuma ser adotada em doenças ligadas a problemas psicológicos, situações que envolvam um componente emocional. Mostramos que, além disso, a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo - ressalta Márcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenadora do estudo.
Clique aqui para ouvir a Quinta Sinfonia

Como as MCF-7 duplicam-se a cada 30 horas, Márcia esperou dois dias entre a sessão musical e o teste dos seus efeitos. Neste prazo, 20% da amostragem morreu. Entre as células sobreviventes, muitas perderam tamanho e granulosidade.
O resultado da pesquisa é enigmático até mesmo para Márcia. A composição "Atmosphères", do húngaro György Ligeti, provocou efeitos semelhantes àqueles registrados com Beethoven. Mas a “Sonata para 2 pianos em ré maior", de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais populares em musicoterapia, não teve efeito.
- Foi estranho, porque esta sonata provoca algo conhecido como o "efeito Mozart", um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal - pondera a pesquisadora. - Mas ficamos felizes com o resultado. Acreditávamos que as sinfonias provocariam apenas alterações metabólicas, não a morte de células cancerígenas.
"Atmosphères", diferentemente da "Quinta Sinfonia", é uma composição contemporânea, caracterizada pela ausência de uma linha melódica. Por que, então, duas músicas tão diferentes provocaram o mesmo efeito?
Aliada a uma equipe que inclui um professor da Escola de Música Villa-Lobos, Márcia, agora, procura esta resposta dividindo as músicas em partes. Pode ser que o efeito tenha vindo não do conjunto da obra, mas especificamente de um ritmo, um timbre ou intensidade.
Em abril, exposição a samba e funk 
Quando conseguir identificar o que matou as células, o passo seguinte será a construção de uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores. O caminho até esta melodia passará por outros gêneros musicais. A partir do mês que vem, os pesquisadores testarão o efeito do samba e do funk sobre as células tumorais.
- Ainda não sabemos que música e qual compositor vamos usar. A quantidade de combinações sonoras que podemos estudar é imensa - diz a pesquisadora.
Outra via de pesquisa é investigar se as sinfonias provocaram outro tipo de efeito no organismo. Por enquanto, apenas células renais e tumorais foram expostas à música. Só no segundo grupo foi registrada alguma alteração.
A pesquisa também possibilitou uma conclusão alheia às culturas de células. Como ficou provado que o efeito das músicas extrapola o componente emocional, é possível que haja uma diferença entre ouví-la com som ambiente ou fone de ouvido.
- Os resultados parciais sugerem que, com o fone de ouvido, estamos nos beneficiando dos efeitos emocionais e desprezando as consequências diretas, como estas observadas com o experimento - revela Márcia.

20110328

Interessante e invulgar - Portador de Trissomia 21 é músico e professor de música

SUJ'S SITE  



Sujeet Desai of Wheatfield, who has Down syndrome, plays seven instruments, studies Tae Kwon Do and teaches music. His accomplishments come through passion and hard work, according to those who know him.

Divulgação | PROJECTE XARXA






"Xarxa" és un projecte general de musicoteràpia que es pot aplicar en qualsevol dels àmbits en que treballa l'Associació Ressò de Musicoteràpia i que el realitzen única i exclusivament musicoterapeutes.
Es planteja atendre a través de la música les necessitats que sorgeixen a rel de malalties físiques i/o psicològiques, deficiències en el desenvolupament integral de la persona, desarrelament social de tot tipus... abastant totes les edats. Essent l'objectiu general del projecte:
"Provocar canvis en les persones tenint en compte la seva vàlua personal, social i cultural a través d'unes accions i activitats especialitzades que tinguin com a base la teràpia de la música, amb uns objectius específics i de tractament establerts per a cada cas"
La metodologia que s'empra és la utilització de la música com a eina principal i terapèutica a través d'activitats rítmiques i d'oïda que inclouen la cançó, l'audició, el moviment, la interpretació musical i la improvisació i creació. La proposta de treball que es realitza pot ser col•lectiva i/o individual en funció de l'àmbit en el que es treballi i els objectius que es dissenyin.

20110327

Viva a música e a inclusão e a partilha!

Site da banda TERANGA




 Ce spectacle intégrant musiciens handicapés mentaux sort son DVD "Au rythme de l'aventure humaine" qui comprend 2 parties : un live intégral du concert et un reportage pédagogique.

Retrouvez le reportage dans sa version intégrale et des extraits du live sur : www.teranga.fr

Le reportage dans les ateliers et sur scène, montre comment les musiciens de Teranga ont parvenu à surmonter leur handicap mental et quelles pédagogies ont été mises en oeuvres. Un travail de fond sur la pulsation et sur le métronome, la rigueur et un esprit de fête sont en autres les ingrédients de cette réussite.
Direction artistique et pédagogique : Michael Bougon

Réalisation : Cyril Auribault pour Artis-Studio

Production et management : Musique & Handicap 78

A música e os animais ou viceversa | Elefantes

Clique na imagem para ouvir | Audio: Elephant Orchestra
Who would ever think that elephants have an aptitude for creating music? Dave Soldier and Richard Lair do. With help from mahouts and staff members of the Thai Elephant Conservation Center, they organized a band of six domesticated elephants, crafted instruments, and set out to prove their point. These recordings from the CD Elephonic Rhapsodies reveal elephants' creative side. Although mahouts may encourage the animals to play by moving their arms to mimic the movement of an elephant's trunk, the pachyderms select the notes and rhythms on their own. Do the sounds they make really translate into music? Listen to these three selections, and judge for yourself." (National Geographic)

Animal Music
The Thai Elephant Orchestra recently issued its debut CD. Played on traditional Thai instruments— slit drums, gongs, and large xylophonelike renats— the elephants' symphony, which is accompanied by the animals' haunting calls, sounds a little like the clatter of church bells ringing. The question is obvious: Are the elephants making music, or is it just noise? One can't tell for sure, yet many animals sing songs with patterns remarkably similar to those found in human music.

The sounds made by humpback whales, for instance, follow a familiar human form: a statement of theme, an embellishment, and then a return to a slightly modified version of the original theme. The intervals between notes resemble those found in human musical scales, and humpback songs contain repeated, rhyming refrains.

Birds use a plethora of well-known musical forms. The canyon wren's trill cascades down the musical scale just like the opening of Chopin's "Revolutionary" Étude. The songs of the wood thrush accurately follow the traditional Western musical scale. Male palm cockatoos in northern Australia court females by using twigs shaped into drumsticks to bang on hollow logs.

Such evidence suggests that humans did not invent music: It may predate us by tens of millions of years, and it may stimulate deep, primitive parts of the brain— the source, perhaps, of its deep, emotional pull. "Sound production has been part of animal repertoires forever and ever," says Jelle Atema, a flute-playing marine biologist who studies animal signaling at the Boston University Marine Program. "If that represents music for those animals, then we are the latecomers."

20110324

Music for a Cure.mov




Music for a Cure presents a short commercial on the importance of music therapy for Children. Featuring famous musicians and their kids! Created by Karges Media. ()

20110321

Musicoterapia | Paralisia Cerebral

Para que Juan Alexander conseguisse captar e identificar diferentes sons em um mesmo ambiente, as sessões de musicoterapia oferecidas pelo Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) foram triviais. Há dois anos, Juan faz tratamento na instituição e ilustra que, com o acompanhamento adequado, tanto dos profissionais quanto da família, é possível superar as limitações do corpo.

O garoto nasceu com paralisia cerebral, doença diagnosticada logo após o nascimento, definida por um conjunto de lesões no cérebro que comprometem seu desenvolvimento físico e visual. Juan possui hipersensibilidade a sons, e esse foi um dos principais aspectos trabalhados pelo setor da musicoterapia em seu tratamento.

É difícil de imaginar, mas em decorrência da hipersensibilidade auditiva, tarefas rotineiras de qualquer criança se tornavam complicadas na vida de Juan. Brincar, ir a festas de aniversário e até dar continuidade ao tratamento de reabilitação eram atividades que precisavam ser adaptadas por conta da sua alta percepção auditiva.

O menino faz parte do universo de milhares de pessoas beneficiadas pela iniciativa. Apenas no último mês de janeiro, o setor de musicoterapia realizou 222 atendimentos, entre crianças, jovens e adultos. Desde sua inauguração em abril de 2008, até janeiro deste ano, o CEIR já atingiu 152.838 atendimentos voltados à reabilitação física de pessoas com deficiência.

“O Juan chegou na musicoterapia encaminhado pela fisioterapia, já que durante as sessões do setor ele se assustava muito com qualquer tipo de som. Por conta da deficiência visual, a sua audição é muito aguçada. Trabalhei a aceitação de diversos sons, em diferentes situações”, explica a terapeuta do Ceir, Leila Sousa.

A linguagem da música como instrumento de reabilitação propiciou ao garoto novas experiências auditivas, reconhecimento e aceitação das mesmas. O processo de adaptação e reconhecimento de Juan foi paulatino. Durante o próprio tratamento, choros e reações de susto foram inevitáveis.

Com o objetivo de avaliar o resultado do trabalho, os musicoterapeutas do Ceir propuseram a realização da festa de aniversário do menino na própria instituição. Os amiguinhos, que também fazem reabilitação no Centro, os profissionais que acompanham Juan, e a família estavam presentes e, para ressaltar, fazendo muito barulho.

Fruto do tratamento, o comportamento de Juan foi de tranquilidade e diversão. “Em geral, a confirmação do desenvolvimento de Juan foi excepcional. O meu sentimento é de uma imensa satisfação, o Ceir mudou tudo, contribuiu muito para todos os setores da vida do Juan. Hoje ele consegue ficar em pé, comer com facilidade, ficar em ambientes com barulho, coisas que antes do tratamento eram impossíveis”, finaliza a mãe de Juan, Rejane da Silva.

Fonte:  © CidadeVerde.com

World Down Syndrome Day | Dia Mundial de Síndrome down

Down Syndrome International presents the Global Video Event "Let Us In!"? in partnership with 45 countries for World Down Syndrome Day 2011.

20110318

Filme recomendado: "The Music Never Stopped"



The Story

"The Music Never Stopped," based on the case study "The Last Hippie" by Dr. Oliver Sacks, M.D. ("Awakenings"), chronicles the journey of a father and son adjusting to cerebral trauma and a lifetime of missed opportunities. Through the music that embodied the generation gap of the 1960s, the film weaves the heartwarming progress of Henry and Gabriel's relationship.

In 1967, after his father Henry Sawyer (J.K. Simmons) forbids him to see a Grateful Dead concert, prodigal son Gabriel Sawyer (Lou Taylor Pucci) runs away from home. Nearly twenty years later, Henry, a straight-laced engineer and lover of big band music, is shocked to learn that his estranged son requires major surgery to remove a previously neglected brain tumor.

After the operation, the extent of Gabriel's condition is made clear: the tumor damaged the part of his brain that facilitates the creation of new memories. For Gabriel, past, present, and future become indistinguishable, and he lives fixed in the era of Vietnam, acid trips, and psychedelic music. Determined not to let their son slip away from them again, Henry and wife Helen (Cara Seymour) vow to connect with Gabriel, who is barely able to communicate effectively. Unhappy with Gabriel's lack of progress, Henry does his own research on brain injuries, which leads him to Dr. Dianne Daly (Julia Ormond). She is a music therapist who has used her methods to make significant progress with victims of brain tumors.

As Diane works with Gabriel, she realizes that he is most responsive to the music of the Rock and Roll era - The Beatles, Bob Dylan, and particularly the Grateful Dead. Even though he is unaware that the era of his music has long passed, the effect is remarkable, and he begins to be able to have conversations and express himself. Although Henry loathes rock and roll, he is determined to forge new memories and salvage his relationship with his son. While his own health fails, Henry begins his own pilgrimage through the bands of the sixties. As he learns the songs that animate his son's soul, he indeed begins to form an unusual but emotionally vibrant bond with the child he thought he had lost.

Fonte: Site oficial

--- Recomendo também ---



INFO | Musical Instruments > Sound Therapy

Imagem @ Sound Travels


Espreitem!!! Vale a pena. Muitos instrumentos interessantes : )

Musicoterapia e Necessidades Educativas Especiais

Photos by KATI BEXLEY/The St. Johns Sun
Music isn't just a form of entertainment for students such as Amanda Hunter. "Music helps me with multiplication. Music is awesome. I learn a lot from it," the 11-year-old says.
Amanda Hunter, 11, is a typical middle-schooler, sporting a Jonas Brothers backpack and gushing over the group.

But for Amanda, music holds more meaning than a simple boy-band crush.

"Music helps me with multiplication," the wheelchair-bound Amanda said with a proud smile. "Music is awesome. I learn a lot from it."

Amanda is one of 250 special-needs students at Cunningham Creek Elementary School, the largest program for ESE, exceptional student education, in Northwest St. Johns County. She is also part of the music therapy program at Cunningham Creek, the only school in the county that offers it, said Principal Betsy Wierda.

Strong support for program
Music therapist Minda Gordon said this is the fourth year since she began the program at the school and she has seen drastic changes in students such as Amanda.

"There were students who we didn't even think could talk. Now they dance and sing," Gordon said. "We found that if you raise the bar for these students, they'll jump it."

The program is funded by Ponte Vedra Beach's Cultural Center and St. Johns County's United Way.

Leigh Rodante, Cultural Center program director, said that in these tight economic times she is hoping to continue to find grants for the program.

"If not, we have a very strong board at the Cultural Center," she said. "We do everything we can to support this program."

Rodante said the Cultural Center recently won a grant to have Gordon hold workshops at 13 schools in St. Johns and Duval counties, including Webster Elementary School, the largest special needs site in southern St. Johns County.

Gordon is also traveling the nation, having just come from San Diego, speaking at conferences to tell other music therapists of her unique program.

"We have not been affected at all by the economy because we have such strong support from the Cultural Center. Our funding is unique," Gordon said. "Other schools want to know how they can do this."

Making a difference

Gordon has been a music therapist for 23 years. She began volunteering with Cunningham Creek's special needs children when her son became a student at the school.

Wierda immediately took notice.

"She was like a Julie Andrews with her guitar and singing with the kids," Wierda said. "I thought, 'I've got to get this lady here fulltime.' "

Gordon now sees more than 100 students at the school whose special needs range from autism to Down syndrome to cerebral palsy. She also meets with mainstream students who have social and behavioral issues.

In her classes, students dance, sing, learn sign language and other skills, such as math, while Gordon plays her guitar and leads the group in a song.

"Music makes such a difference in these kids' lives," she said. "They are amazing to watch."

Brain Music Therapy

Imagem em Brain Music Therapy

(...) Music and brain waves are actually very similar,” says Dr. Mindlin, “both are a combination of different frequencies and patterns.”

Mindlin was intrigued when former Moscow colleague Yakov Levine created a computer program that could convert raw brain waves into music.

“What could be more soothing than the sound of your own brain?” asks Mindlin. “At a subconscious level you recognize these rhythms.”

Like an infant soothed by the familiar sound of its mother’s heart-beat, listening to music that matches our own unique brain waves creates a tremendously calming effect.

“It is a form of bio-feedback,” explains Mindlin. A part of our brain recognizes the pattern as its own and like a tuning fork the brain falls into the same rhythm. (...)


Leia o artigo completo em http://www.meritummedia.com/health/brain-music-therapy

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