20110608

Tubarões brancos são fãs de AC/DC

Les requins blancs grands fans d'AC/DC
"(...) "On sait que la musique d'AC/DC fonctionne très bien pour attirer les requins, et on est en train de faire des recherches pour voir si ça fonctionne aussi sur d'autres espèces". D'après lui, les chansons If you want blood et You shook me all night long sont celles qui ont le plus de succès auprès des squales.
Selon le quotidien australien, la raison scientifique est que les requins sont attirés par les basses fréquences, très courantes dans les morceaux d'AC/DC. Toujours est-il que Matt Waller a trouvé un bon filon pour se démarquer de ses concurrents." (Fonte: Gentside)

20110524

"Projecto-piloto em Musicoterapia Preventiva revela-se um Sucesso!"

"A Felicity deu início a um projecto-piloto, junto de um dos seus Parceiros - o Jardim de Infância “O Sorriso”, no âmbito da nova proposta na área da Musicoterapia - a Musicoterapia Preventiva.

A Musicoterapia Preventiva destina-se a crianças da primeira infância (creche e Jardim de Infância), centrando-se na estimulação das suas competências e prevenção de sintomas/patologias que possam surgir no decorrer do seu desenvolvimento.

As crianças da Instituição “O Sorriso”, que participam nos grupos de Musicoterapia Preventiva, não têm qualquer tipo de perturbação de desenvolvimento. Esta intervenção terapêutica de estimulação e prevenção, é uma mais-valia para o crescimento de todo o potencial cognitivo e comportamental destas crianças.

O objectivo principal da Musicoterapia Preventiva, em grupo, é proporcionar a cada uma das crianças, um espaço onde poderá explorar de uma forma aberta, experimental, interactiva, sistemática e evolutiva, os elementos da música, assim como, todos os sons do corpo/instrumentos/voz e música em geral, mas sempre com um olhar terapêutico e não com uma perspectiva didáctica.

A terapeuta (Psicóloga Especializada) terá portanto, o papel de “abrir” novos caminhos à criança, possibilitando o desenvolvimento das suas capacidades a todos os níveis, sendo a música utilizada como mediadora para produzir mudanças.

Os resultados da Musicoterapia Preventiva estão à vista! Inês Cabral, Educadora d’ “O Sorriso” revela-nos a sua satisfação com este novo conceito de terapia, dando à Felicity o feedback desejado:

“A musicoterapia preventiva tem proporcionado ao grupo de crianças d’ “O Sorriso”, a interacção entre todos e a exploração dos sons produzidos pelos instrumentos, música e voz da terapeuta. Tem sido uma mais-valia, no qual nos tem sido possível perceber e ver no grupo as evoluções e seus desenvolvimentos ao nível de atenção, percepção, entre outros.”

A Felicity continuará a apostar nesta terapia preventiva, que promove o desenvolvimento global da criança, tornando-a simultaneamente mais Feliz!"(Fonte: Felicity)






20110523

"Clínica eslovaca acalma bebés com música clássica"

Uma clínica de Eslováquia descobriu uma forma de acalmar os bebés separados das suas mães, utilizando a música clássica.

Por: A.M.
Imagem daqui

De acordo com a médica Slavka Viragova, a música substitui a voz da mãe, ajuda na regulamento da respiração e mantém o ritmo do coração. 
A médica Slavka Viragova, que lançou este projecto, afirmou que Mozart ajuda os bebés a lembrar a mãe na sua ausência e a lidar com o stress do nascimento. " O trauma do nascimento é extremamente stressante  para o bebé, a musicoterapia ajuda o bebé a ganhar peso, livrar-se de stress e lidar melhor com a dor", confessou ao 'Daily Mail'. 
Segundo esta fonte, os bebés ouvem música calmante entre 5-6 minutos. Os enfermeiros utilizam também este método para os bebés prematuros porque ajuda a estabilizar o sistema respiratório.  (CM online)
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Artigo recomendado:

20110509

Divulgação de evento | Lanço a questão: - O que é a Musicopedagogia em Educação Especial???

Cartaz relativo ao workshop " Musicopedagogia em Educação Especial | Recebido por e-mail

Caros amigos e associados

Junto anexamos cartaz relativo ao workshop " Musicopedagogia em Educação Especial".
Este workshop abordará a utilização da música como mediador do desenvolvimento e da aprendizagem de alunos com NEE, através de vivências práticas com a utilização de instrumentos musicais . 
Este workshop dinamizado pelo Prof. Mauro Carboni (Musicoterapeuta, Professor do Istituto Universitario di Scienze Motorie - Università degli Studi di Roma “Foro Italico” per lo Sport e il Movimento, autor do livro: “Musicopedagogia: l’esperienza sonoro-musicale come aiuto alla persona nella relazione pedagogico clínica”) realizar-se-à  no próximo dia 17 de Maio (das 18h00 às 21h00). 
Com os melhores cumprimentos,
Mª Bibiana Magalhães

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ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DOCENTES DE EDUCAÇÃO ESPECIAL
www.proinclusao.com.sapo.pt

20110507

O que é a musicoterapia?

Serão mais as questões do que as respostas. : )

Lembrei-me de partilhar este PowerPoint por ter recebido a boa nova de que a Biosofia já se encontra no Facebook (Biosofia Cluc). Apesar deste trabalho ter sido criado para outro efeito, dedico-o a esses amigos ... Para eles, um enorme bem-haja!

20110505

Blogue em destaque | Música & Saúde de Flávia Nogueira

Literatura recomendada pela autora

"Depressão e Musicoterapia"


É inegável a carga simbólica que a música traz consigo. As possibilidades de comunicação através da música estão na capacidade de ultrapassar a censura verbal consciente e sua ligação íntima com a vida. (Priestley, 1987) 
A Musicoterapia nesse contexto pode contribuir significativamente para a melhora do estado de saúde destes pacientes. Esta situação é possível por diversas razões. Primeiro porque a Musicoterapia, partindo da intervenção clínica através da música, constitui uma situação terapêutica não-invasiva para o paciente. Depois, porque permite a abordagem de aspectos clínicos importantes que não são tidos em consideração nas intervenções terapêuticas convencionais. 
A Musicoterapia tem a capacidade de mobilizar a subjetividade e se coloca  como facilitadora da expressão e da troca dos sentimentos e pensamentos entre os participantes de um grupo terapêutico. A música é criada, experimentada, transformada, ressignificada no momento da vivência musicoterapêutica, propiciando ao paciente: iniciativa, movimento, criatividade, inovação, entre outras. A utilização da música a partir de um conhecimento musicoterapêutico tem o poder de entrar em contato direto com as emoções e sentimentos internalizados e bloqueados, possibilitando entre outras coisas transformações que levam à modificação de padrões cristalizados; promovendo a reconstrução da identidade e a construção da auto-estima.
 
 

20110427

Aprendizagem musical evita perdas cognitivas



As muitas horas dedicadas à aprendizagem da música trazem benefícios a longo prazo, segundo mostrou um estudo publicado no jornal «Neuropsychology», da Associação Americana de Psicologia.

A investigação indica que aqueles que tocaram instrumentos musicais durante anos a fio parecem formar uma protecção natural contra perdas cognitivas, que costumam ocorrer durante a terceira idade.

Mesmo que essas pessoas tivessem parado em determinado momento das suas vidas, a mente continua a mostrar-se afiada em idade avançada, quando comparada com os que nunca aprenderam música.

Um grupo, formado por 70 músicos com idade entre 60 e 83 anos, submeteu-se a variados testes de memória e habilidade e os resultados mostraram que quem tocou música durante pelo menos uma década apresentava melhor desempenho e benefícios cognitivos. Ou seja, quanto mais as pessoas tocam, mais benefícios terão no futuro.

O piano foi o instrumento mais popular entre os músicos, seguido dos instrumentos de sopro. Todos os voluntários eram amadores e tinham em comum o facto de terem iniciado aulas de música por volta dos dez anos.

O estudo também considerou a preparação física e o nível educacional dos participantes. Os investigadores descobriram ainda que existia uma relação entre a capacidade cognitiva e os anos de actividade musical, para além de consideraram o facto de os voluntários continuarem ou não envolvidos com música.

A descoberta mostra que o funcionamento cerebral pode ser alterado e a música pode ser um assunto para considerações futuras porque envolve uma combinação de capacidades motoras, leitura, audição e acções repetitivas.

Fonte: Ciência Hoje online

20110401

Blogue em destaque | 'Neurônios em Pauta'

Um blog para conexões musicais…

20110329

What? Podia repetir, se faz favor?

Para mim, é demasiado : / Mas, fica a ideia!

RIO - Mesmo quem não costuma escutar música clássica já ouviu, numerosas vezes, o primeiro movimento da "Quinta Sinfonia" de Ludwig van Beethoven. O “pam-pam-pam-pam” que abre uma das mais famosas composições da História, descobriu-se agora, seria capaz de matar células tumorais - em testes de laboratório. Uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ expôs uma cultura de células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, à meia hora da obra. Um em cada cinco delas morreu, numa experiência que abre um nova frente contra a doença, por meio de timbres e frequências.
A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais.
- Esta terapia costuma ser adotada em doenças ligadas a problemas psicológicos, situações que envolvam um componente emocional. Mostramos que, além disso, a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo - ressalta Márcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenadora do estudo.
Clique aqui para ouvir a Quinta Sinfonia

Como as MCF-7 duplicam-se a cada 30 horas, Márcia esperou dois dias entre a sessão musical e o teste dos seus efeitos. Neste prazo, 20% da amostragem morreu. Entre as células sobreviventes, muitas perderam tamanho e granulosidade.
O resultado da pesquisa é enigmático até mesmo para Márcia. A composição "Atmosphères", do húngaro György Ligeti, provocou efeitos semelhantes àqueles registrados com Beethoven. Mas a “Sonata para 2 pianos em ré maior", de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais populares em musicoterapia, não teve efeito.
- Foi estranho, porque esta sonata provoca algo conhecido como o "efeito Mozart", um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal - pondera a pesquisadora. - Mas ficamos felizes com o resultado. Acreditávamos que as sinfonias provocariam apenas alterações metabólicas, não a morte de células cancerígenas.
"Atmosphères", diferentemente da "Quinta Sinfonia", é uma composição contemporânea, caracterizada pela ausência de uma linha melódica. Por que, então, duas músicas tão diferentes provocaram o mesmo efeito?
Aliada a uma equipe que inclui um professor da Escola de Música Villa-Lobos, Márcia, agora, procura esta resposta dividindo as músicas em partes. Pode ser que o efeito tenha vindo não do conjunto da obra, mas especificamente de um ritmo, um timbre ou intensidade.
Em abril, exposição a samba e funk 
Quando conseguir identificar o que matou as células, o passo seguinte será a construção de uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores. O caminho até esta melodia passará por outros gêneros musicais. A partir do mês que vem, os pesquisadores testarão o efeito do samba e do funk sobre as células tumorais.
- Ainda não sabemos que música e qual compositor vamos usar. A quantidade de combinações sonoras que podemos estudar é imensa - diz a pesquisadora.
Outra via de pesquisa é investigar se as sinfonias provocaram outro tipo de efeito no organismo. Por enquanto, apenas células renais e tumorais foram expostas à música. Só no segundo grupo foi registrada alguma alteração.
A pesquisa também possibilitou uma conclusão alheia às culturas de células. Como ficou provado que o efeito das músicas extrapola o componente emocional, é possível que haja uma diferença entre ouví-la com som ambiente ou fone de ouvido.
- Os resultados parciais sugerem que, com o fone de ouvido, estamos nos beneficiando dos efeitos emocionais e desprezando as consequências diretas, como estas observadas com o experimento - revela Márcia.

20110328

Interessante e invulgar - Portador de Trissomia 21 é músico e professor de música

SUJ'S SITE  



Sujeet Desai of Wheatfield, who has Down syndrome, plays seven instruments, studies Tae Kwon Do and teaches music. His accomplishments come through passion and hard work, according to those who know him.

Divulgação | PROJECTE XARXA






"Xarxa" és un projecte general de musicoteràpia que es pot aplicar en qualsevol dels àmbits en que treballa l'Associació Ressò de Musicoteràpia i que el realitzen única i exclusivament musicoterapeutes.
Es planteja atendre a través de la música les necessitats que sorgeixen a rel de malalties físiques i/o psicològiques, deficiències en el desenvolupament integral de la persona, desarrelament social de tot tipus... abastant totes les edats. Essent l'objectiu general del projecte:
"Provocar canvis en les persones tenint en compte la seva vàlua personal, social i cultural a través d'unes accions i activitats especialitzades que tinguin com a base la teràpia de la música, amb uns objectius específics i de tractament establerts per a cada cas"
La metodologia que s'empra és la utilització de la música com a eina principal i terapèutica a través d'activitats rítmiques i d'oïda que inclouen la cançó, l'audició, el moviment, la interpretació musical i la improvisació i creació. La proposta de treball que es realitza pot ser col•lectiva i/o individual en funció de l'àmbit en el que es treballi i els objectius que es dissenyin.

20110327

Viva a música e a inclusão e a partilha!

Site da banda TERANGA




 Ce spectacle intégrant musiciens handicapés mentaux sort son DVD "Au rythme de l'aventure humaine" qui comprend 2 parties : un live intégral du concert et un reportage pédagogique.

Retrouvez le reportage dans sa version intégrale et des extraits du live sur : www.teranga.fr

Le reportage dans les ateliers et sur scène, montre comment les musiciens de Teranga ont parvenu à surmonter leur handicap mental et quelles pédagogies ont été mises en oeuvres. Un travail de fond sur la pulsation et sur le métronome, la rigueur et un esprit de fête sont en autres les ingrédients de cette réussite.
Direction artistique et pédagogique : Michael Bougon

Réalisation : Cyril Auribault pour Artis-Studio

Production et management : Musique & Handicap 78

A música e os animais ou viceversa | Elefantes

Clique na imagem para ouvir | Audio: Elephant Orchestra
Who would ever think that elephants have an aptitude for creating music? Dave Soldier and Richard Lair do. With help from mahouts and staff members of the Thai Elephant Conservation Center, they organized a band of six domesticated elephants, crafted instruments, and set out to prove their point. These recordings from the CD Elephonic Rhapsodies reveal elephants' creative side. Although mahouts may encourage the animals to play by moving their arms to mimic the movement of an elephant's trunk, the pachyderms select the notes and rhythms on their own. Do the sounds they make really translate into music? Listen to these three selections, and judge for yourself." (National Geographic)

Animal Music
The Thai Elephant Orchestra recently issued its debut CD. Played on traditional Thai instruments— slit drums, gongs, and large xylophonelike renats— the elephants' symphony, which is accompanied by the animals' haunting calls, sounds a little like the clatter of church bells ringing. The question is obvious: Are the elephants making music, or is it just noise? One can't tell for sure, yet many animals sing songs with patterns remarkably similar to those found in human music.

The sounds made by humpback whales, for instance, follow a familiar human form: a statement of theme, an embellishment, and then a return to a slightly modified version of the original theme. The intervals between notes resemble those found in human musical scales, and humpback songs contain repeated, rhyming refrains.

Birds use a plethora of well-known musical forms. The canyon wren's trill cascades down the musical scale just like the opening of Chopin's "Revolutionary" Étude. The songs of the wood thrush accurately follow the traditional Western musical scale. Male palm cockatoos in northern Australia court females by using twigs shaped into drumsticks to bang on hollow logs.

Such evidence suggests that humans did not invent music: It may predate us by tens of millions of years, and it may stimulate deep, primitive parts of the brain— the source, perhaps, of its deep, emotional pull. "Sound production has been part of animal repertoires forever and ever," says Jelle Atema, a flute-playing marine biologist who studies animal signaling at the Boston University Marine Program. "If that represents music for those animals, then we are the latecomers."

20110324

Music for a Cure.mov




Music for a Cure presents a short commercial on the importance of music therapy for Children. Featuring famous musicians and their kids! Created by Karges Media. ()

20110321

Musicoterapia | Paralisia Cerebral

Para que Juan Alexander conseguisse captar e identificar diferentes sons em um mesmo ambiente, as sessões de musicoterapia oferecidas pelo Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) foram triviais. Há dois anos, Juan faz tratamento na instituição e ilustra que, com o acompanhamento adequado, tanto dos profissionais quanto da família, é possível superar as limitações do corpo.

O garoto nasceu com paralisia cerebral, doença diagnosticada logo após o nascimento, definida por um conjunto de lesões no cérebro que comprometem seu desenvolvimento físico e visual. Juan possui hipersensibilidade a sons, e esse foi um dos principais aspectos trabalhados pelo setor da musicoterapia em seu tratamento.

É difícil de imaginar, mas em decorrência da hipersensibilidade auditiva, tarefas rotineiras de qualquer criança se tornavam complicadas na vida de Juan. Brincar, ir a festas de aniversário e até dar continuidade ao tratamento de reabilitação eram atividades que precisavam ser adaptadas por conta da sua alta percepção auditiva.

O menino faz parte do universo de milhares de pessoas beneficiadas pela iniciativa. Apenas no último mês de janeiro, o setor de musicoterapia realizou 222 atendimentos, entre crianças, jovens e adultos. Desde sua inauguração em abril de 2008, até janeiro deste ano, o CEIR já atingiu 152.838 atendimentos voltados à reabilitação física de pessoas com deficiência.

“O Juan chegou na musicoterapia encaminhado pela fisioterapia, já que durante as sessões do setor ele se assustava muito com qualquer tipo de som. Por conta da deficiência visual, a sua audição é muito aguçada. Trabalhei a aceitação de diversos sons, em diferentes situações”, explica a terapeuta do Ceir, Leila Sousa.

A linguagem da música como instrumento de reabilitação propiciou ao garoto novas experiências auditivas, reconhecimento e aceitação das mesmas. O processo de adaptação e reconhecimento de Juan foi paulatino. Durante o próprio tratamento, choros e reações de susto foram inevitáveis.

Com o objetivo de avaliar o resultado do trabalho, os musicoterapeutas do Ceir propuseram a realização da festa de aniversário do menino na própria instituição. Os amiguinhos, que também fazem reabilitação no Centro, os profissionais que acompanham Juan, e a família estavam presentes e, para ressaltar, fazendo muito barulho.

Fruto do tratamento, o comportamento de Juan foi de tranquilidade e diversão. “Em geral, a confirmação do desenvolvimento de Juan foi excepcional. O meu sentimento é de uma imensa satisfação, o Ceir mudou tudo, contribuiu muito para todos os setores da vida do Juan. Hoje ele consegue ficar em pé, comer com facilidade, ficar em ambientes com barulho, coisas que antes do tratamento eram impossíveis”, finaliza a mãe de Juan, Rejane da Silva.

Fonte:  © CidadeVerde.com

World Down Syndrome Day | Dia Mundial de Síndrome down

Down Syndrome International presents the Global Video Event "Let Us In!"? in partnership with 45 countries for World Down Syndrome Day 2011.

20110318

Filme recomendado: "The Music Never Stopped"



The Story

"The Music Never Stopped," based on the case study "The Last Hippie" by Dr. Oliver Sacks, M.D. ("Awakenings"), chronicles the journey of a father and son adjusting to cerebral trauma and a lifetime of missed opportunities. Through the music that embodied the generation gap of the 1960s, the film weaves the heartwarming progress of Henry and Gabriel's relationship.

In 1967, after his father Henry Sawyer (J.K. Simmons) forbids him to see a Grateful Dead concert, prodigal son Gabriel Sawyer (Lou Taylor Pucci) runs away from home. Nearly twenty years later, Henry, a straight-laced engineer and lover of big band music, is shocked to learn that his estranged son requires major surgery to remove a previously neglected brain tumor.

After the operation, the extent of Gabriel's condition is made clear: the tumor damaged the part of his brain that facilitates the creation of new memories. For Gabriel, past, present, and future become indistinguishable, and he lives fixed in the era of Vietnam, acid trips, and psychedelic music. Determined not to let their son slip away from them again, Henry and wife Helen (Cara Seymour) vow to connect with Gabriel, who is barely able to communicate effectively. Unhappy with Gabriel's lack of progress, Henry does his own research on brain injuries, which leads him to Dr. Dianne Daly (Julia Ormond). She is a music therapist who has used her methods to make significant progress with victims of brain tumors.

As Diane works with Gabriel, she realizes that he is most responsive to the music of the Rock and Roll era - The Beatles, Bob Dylan, and particularly the Grateful Dead. Even though he is unaware that the era of his music has long passed, the effect is remarkable, and he begins to be able to have conversations and express himself. Although Henry loathes rock and roll, he is determined to forge new memories and salvage his relationship with his son. While his own health fails, Henry begins his own pilgrimage through the bands of the sixties. As he learns the songs that animate his son's soul, he indeed begins to form an unusual but emotionally vibrant bond with the child he thought he had lost.

Fonte: Site oficial

--- Recomendo também ---



INFO | Musical Instruments > Sound Therapy

Imagem @ Sound Travels


Espreitem!!! Vale a pena. Muitos instrumentos interessantes : )

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