20110719

Vídeo | World Congress of Music Therapy in Seoul

"1347 participants from 45 countries attended a stunning 13. World Congress of Music Therapy in Seoul, Korea. Get a taste of the scientific and cultural highlights by watching this video clip" ()

20110611

Crítica do dia, no caso negativa e o nomeado é ...


Há coisas que causam logo comichão, pruridos, como prefiram ... no caso, refiro-me ao título de uma notícia e depois de ler, ao próprio conteúdo pelo que, deixo ao critério de cada um decidir se vai ou não embarcar em algo que à partida não faz sentido. Deixo a questão:

- sendo a musicoterapia uma forma de terapia, fará sentido aplicá-la a quem ainda nem sabe o que é gatinhar (há melhores argumentos, sei disso ...)? Ora ... raios partam estes mercadores da treta ... NÃO COMPREM NADA DESTAS COISAS, é o meu conselho (pago pelos meus pais qdo me financiaram formação na área).

20110608

Tubarões brancos são fãs de AC/DC

Les requins blancs grands fans d'AC/DC
"(...) "On sait que la musique d'AC/DC fonctionne très bien pour attirer les requins, et on est en train de faire des recherches pour voir si ça fonctionne aussi sur d'autres espèces". D'après lui, les chansons If you want blood et You shook me all night long sont celles qui ont le plus de succès auprès des squales.
Selon le quotidien australien, la raison scientifique est que les requins sont attirés par les basses fréquences, très courantes dans les morceaux d'AC/DC. Toujours est-il que Matt Waller a trouvé un bon filon pour se démarquer de ses concurrents." (Fonte: Gentside)

20110524

"Projecto-piloto em Musicoterapia Preventiva revela-se um Sucesso!"

"A Felicity deu início a um projecto-piloto, junto de um dos seus Parceiros - o Jardim de Infância “O Sorriso”, no âmbito da nova proposta na área da Musicoterapia - a Musicoterapia Preventiva.

A Musicoterapia Preventiva destina-se a crianças da primeira infância (creche e Jardim de Infância), centrando-se na estimulação das suas competências e prevenção de sintomas/patologias que possam surgir no decorrer do seu desenvolvimento.

As crianças da Instituição “O Sorriso”, que participam nos grupos de Musicoterapia Preventiva, não têm qualquer tipo de perturbação de desenvolvimento. Esta intervenção terapêutica de estimulação e prevenção, é uma mais-valia para o crescimento de todo o potencial cognitivo e comportamental destas crianças.

O objectivo principal da Musicoterapia Preventiva, em grupo, é proporcionar a cada uma das crianças, um espaço onde poderá explorar de uma forma aberta, experimental, interactiva, sistemática e evolutiva, os elementos da música, assim como, todos os sons do corpo/instrumentos/voz e música em geral, mas sempre com um olhar terapêutico e não com uma perspectiva didáctica.

A terapeuta (Psicóloga Especializada) terá portanto, o papel de “abrir” novos caminhos à criança, possibilitando o desenvolvimento das suas capacidades a todos os níveis, sendo a música utilizada como mediadora para produzir mudanças.

Os resultados da Musicoterapia Preventiva estão à vista! Inês Cabral, Educadora d’ “O Sorriso” revela-nos a sua satisfação com este novo conceito de terapia, dando à Felicity o feedback desejado:

“A musicoterapia preventiva tem proporcionado ao grupo de crianças d’ “O Sorriso”, a interacção entre todos e a exploração dos sons produzidos pelos instrumentos, música e voz da terapeuta. Tem sido uma mais-valia, no qual nos tem sido possível perceber e ver no grupo as evoluções e seus desenvolvimentos ao nível de atenção, percepção, entre outros.”

A Felicity continuará a apostar nesta terapia preventiva, que promove o desenvolvimento global da criança, tornando-a simultaneamente mais Feliz!"(Fonte: Felicity)






20110523

"Clínica eslovaca acalma bebés com música clássica"

Uma clínica de Eslováquia descobriu uma forma de acalmar os bebés separados das suas mães, utilizando a música clássica.

Por: A.M.
Imagem daqui

De acordo com a médica Slavka Viragova, a música substitui a voz da mãe, ajuda na regulamento da respiração e mantém o ritmo do coração. 
A médica Slavka Viragova, que lançou este projecto, afirmou que Mozart ajuda os bebés a lembrar a mãe na sua ausência e a lidar com o stress do nascimento. " O trauma do nascimento é extremamente stressante  para o bebé, a musicoterapia ajuda o bebé a ganhar peso, livrar-se de stress e lidar melhor com a dor", confessou ao 'Daily Mail'. 
Segundo esta fonte, os bebés ouvem música calmante entre 5-6 minutos. Os enfermeiros utilizam também este método para os bebés prematuros porque ajuda a estabilizar o sistema respiratório.  (CM online)
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Artigo recomendado:

20110509

Divulgação de evento | Lanço a questão: - O que é a Musicopedagogia em Educação Especial???

Cartaz relativo ao workshop " Musicopedagogia em Educação Especial | Recebido por e-mail

Caros amigos e associados

Junto anexamos cartaz relativo ao workshop " Musicopedagogia em Educação Especial".
Este workshop abordará a utilização da música como mediador do desenvolvimento e da aprendizagem de alunos com NEE, através de vivências práticas com a utilização de instrumentos musicais . 
Este workshop dinamizado pelo Prof. Mauro Carboni (Musicoterapeuta, Professor do Istituto Universitario di Scienze Motorie - Università degli Studi di Roma “Foro Italico” per lo Sport e il Movimento, autor do livro: “Musicopedagogia: l’esperienza sonoro-musicale come aiuto alla persona nella relazione pedagogico clínica”) realizar-se-à  no próximo dia 17 de Maio (das 18h00 às 21h00). 
Com os melhores cumprimentos,
Mª Bibiana Magalhães

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ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DOCENTES DE EDUCAÇÃO ESPECIAL
www.proinclusao.com.sapo.pt

20110507

O que é a musicoterapia?

Serão mais as questões do que as respostas. : )

Lembrei-me de partilhar este PowerPoint por ter recebido a boa nova de que a Biosofia já se encontra no Facebook (Biosofia Cluc). Apesar deste trabalho ter sido criado para outro efeito, dedico-o a esses amigos ... Para eles, um enorme bem-haja!

20110505

Blogue em destaque | Música & Saúde de Flávia Nogueira

Literatura recomendada pela autora

"Depressão e Musicoterapia"


É inegável a carga simbólica que a música traz consigo. As possibilidades de comunicação através da música estão na capacidade de ultrapassar a censura verbal consciente e sua ligação íntima com a vida. (Priestley, 1987) 
A Musicoterapia nesse contexto pode contribuir significativamente para a melhora do estado de saúde destes pacientes. Esta situação é possível por diversas razões. Primeiro porque a Musicoterapia, partindo da intervenção clínica através da música, constitui uma situação terapêutica não-invasiva para o paciente. Depois, porque permite a abordagem de aspectos clínicos importantes que não são tidos em consideração nas intervenções terapêuticas convencionais. 
A Musicoterapia tem a capacidade de mobilizar a subjetividade e se coloca  como facilitadora da expressão e da troca dos sentimentos e pensamentos entre os participantes de um grupo terapêutico. A música é criada, experimentada, transformada, ressignificada no momento da vivência musicoterapêutica, propiciando ao paciente: iniciativa, movimento, criatividade, inovação, entre outras. A utilização da música a partir de um conhecimento musicoterapêutico tem o poder de entrar em contato direto com as emoções e sentimentos internalizados e bloqueados, possibilitando entre outras coisas transformações que levam à modificação de padrões cristalizados; promovendo a reconstrução da identidade e a construção da auto-estima.
 
 

20110427

Aprendizagem musical evita perdas cognitivas



As muitas horas dedicadas à aprendizagem da música trazem benefícios a longo prazo, segundo mostrou um estudo publicado no jornal «Neuropsychology», da Associação Americana de Psicologia.

A investigação indica que aqueles que tocaram instrumentos musicais durante anos a fio parecem formar uma protecção natural contra perdas cognitivas, que costumam ocorrer durante a terceira idade.

Mesmo que essas pessoas tivessem parado em determinado momento das suas vidas, a mente continua a mostrar-se afiada em idade avançada, quando comparada com os que nunca aprenderam música.

Um grupo, formado por 70 músicos com idade entre 60 e 83 anos, submeteu-se a variados testes de memória e habilidade e os resultados mostraram que quem tocou música durante pelo menos uma década apresentava melhor desempenho e benefícios cognitivos. Ou seja, quanto mais as pessoas tocam, mais benefícios terão no futuro.

O piano foi o instrumento mais popular entre os músicos, seguido dos instrumentos de sopro. Todos os voluntários eram amadores e tinham em comum o facto de terem iniciado aulas de música por volta dos dez anos.

O estudo também considerou a preparação física e o nível educacional dos participantes. Os investigadores descobriram ainda que existia uma relação entre a capacidade cognitiva e os anos de actividade musical, para além de consideraram o facto de os voluntários continuarem ou não envolvidos com música.

A descoberta mostra que o funcionamento cerebral pode ser alterado e a música pode ser um assunto para considerações futuras porque envolve uma combinação de capacidades motoras, leitura, audição e acções repetitivas.

Fonte: Ciência Hoje online

20110401

Blogue em destaque | 'Neurônios em Pauta'

Um blog para conexões musicais…

20110329

What? Podia repetir, se faz favor?

Para mim, é demasiado : / Mas, fica a ideia!

RIO - Mesmo quem não costuma escutar música clássica já ouviu, numerosas vezes, o primeiro movimento da "Quinta Sinfonia" de Ludwig van Beethoven. O “pam-pam-pam-pam” que abre uma das mais famosas composições da História, descobriu-se agora, seria capaz de matar células tumorais - em testes de laboratório. Uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ expôs uma cultura de células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, à meia hora da obra. Um em cada cinco delas morreu, numa experiência que abre um nova frente contra a doença, por meio de timbres e frequências.
A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais.
- Esta terapia costuma ser adotada em doenças ligadas a problemas psicológicos, situações que envolvam um componente emocional. Mostramos que, além disso, a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo - ressalta Márcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenadora do estudo.
Clique aqui para ouvir a Quinta Sinfonia

Como as MCF-7 duplicam-se a cada 30 horas, Márcia esperou dois dias entre a sessão musical e o teste dos seus efeitos. Neste prazo, 20% da amostragem morreu. Entre as células sobreviventes, muitas perderam tamanho e granulosidade.
O resultado da pesquisa é enigmático até mesmo para Márcia. A composição "Atmosphères", do húngaro György Ligeti, provocou efeitos semelhantes àqueles registrados com Beethoven. Mas a “Sonata para 2 pianos em ré maior", de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais populares em musicoterapia, não teve efeito.
- Foi estranho, porque esta sonata provoca algo conhecido como o "efeito Mozart", um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal - pondera a pesquisadora. - Mas ficamos felizes com o resultado. Acreditávamos que as sinfonias provocariam apenas alterações metabólicas, não a morte de células cancerígenas.
"Atmosphères", diferentemente da "Quinta Sinfonia", é uma composição contemporânea, caracterizada pela ausência de uma linha melódica. Por que, então, duas músicas tão diferentes provocaram o mesmo efeito?
Aliada a uma equipe que inclui um professor da Escola de Música Villa-Lobos, Márcia, agora, procura esta resposta dividindo as músicas em partes. Pode ser que o efeito tenha vindo não do conjunto da obra, mas especificamente de um ritmo, um timbre ou intensidade.
Em abril, exposição a samba e funk 
Quando conseguir identificar o que matou as células, o passo seguinte será a construção de uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores. O caminho até esta melodia passará por outros gêneros musicais. A partir do mês que vem, os pesquisadores testarão o efeito do samba e do funk sobre as células tumorais.
- Ainda não sabemos que música e qual compositor vamos usar. A quantidade de combinações sonoras que podemos estudar é imensa - diz a pesquisadora.
Outra via de pesquisa é investigar se as sinfonias provocaram outro tipo de efeito no organismo. Por enquanto, apenas células renais e tumorais foram expostas à música. Só no segundo grupo foi registrada alguma alteração.
A pesquisa também possibilitou uma conclusão alheia às culturas de células. Como ficou provado que o efeito das músicas extrapola o componente emocional, é possível que haja uma diferença entre ouví-la com som ambiente ou fone de ouvido.
- Os resultados parciais sugerem que, com o fone de ouvido, estamos nos beneficiando dos efeitos emocionais e desprezando as consequências diretas, como estas observadas com o experimento - revela Márcia.

20110328

Interessante e invulgar - Portador de Trissomia 21 é músico e professor de música

SUJ'S SITE  



Sujeet Desai of Wheatfield, who has Down syndrome, plays seven instruments, studies Tae Kwon Do and teaches music. His accomplishments come through passion and hard work, according to those who know him.

Divulgação | PROJECTE XARXA






"Xarxa" és un projecte general de musicoteràpia que es pot aplicar en qualsevol dels àmbits en que treballa l'Associació Ressò de Musicoteràpia i que el realitzen única i exclusivament musicoterapeutes.
Es planteja atendre a través de la música les necessitats que sorgeixen a rel de malalties físiques i/o psicològiques, deficiències en el desenvolupament integral de la persona, desarrelament social de tot tipus... abastant totes les edats. Essent l'objectiu general del projecte:
"Provocar canvis en les persones tenint en compte la seva vàlua personal, social i cultural a través d'unes accions i activitats especialitzades que tinguin com a base la teràpia de la música, amb uns objectius específics i de tractament establerts per a cada cas"
La metodologia que s'empra és la utilització de la música com a eina principal i terapèutica a través d'activitats rítmiques i d'oïda que inclouen la cançó, l'audició, el moviment, la interpretació musical i la improvisació i creació. La proposta de treball que es realitza pot ser col•lectiva i/o individual en funció de l'àmbit en el que es treballi i els objectius que es dissenyin.

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