20120121

"Música ajuda a aliviar a dor e a ansiedade"

"A música pode ajudar a aliviar a dor, especialmente em pessoas que sofrem de ansiedade. Os resultados são de um estudo da Univesidade de Utah, nos EUA, que demonstra que ouvir música contribui para reduzir o incómodo em situações dolorosas como, por exemplo, procedimentos médicos ou idas ao dentista.
Os investigadores desta universidade norte-americana analisaram 143 pessoas que ouviam música enquanto recebiam um choque doloroso na ponta do dedo. Os participantes foram convidados a seguir a melodia e identificar diferentes tons, num esforço realizado com o propósito de afastar da mente a sensação de dor e a ansiedade em relação à mesma.
Durante a análise, as respostas dos participantes à dor foram medidas através da atividade elétrica cerebral, da dilatação das pupilas e de alguns outros métodos, uma vez que os especialistas consideram estas medições mais objetivas do que as dadas por cada um a respeito da própria dor.
As conclusões obtidas pela equipa de especialistas evidenciaram que a dor sentida pelos participantes diminuiu à medida que estes ficavam mais e mais absorvidos pelo ritmo da música, sendo que os maiores benefícios se observaram nas pessoas que se encontravam mais ansiosas.
"Os nossos resultados demonstram que atividades como ouvir música podem ser eficazes na redução da dor em pessoas que sofram de grandes níveis de ansiedade", explicou David Bradshaw, um dos investigadores, ao WebMD.
O coordenador da investigação sugere mesmo atividades deste tipo àqueles que precisem de uma pequena ajuda, por exemplo, na próxima visita ao dentista. "Ouvir música com auscultadores ou jogar um vídeojogo com efeitos sonoros que possam ser ouvidos com auscultadores são métodos eficazes, já que a música disfarça o som dos instrumentos dentários", explicou.
De referir que o estudo, cujas conclusões foram dadas a conhecer em Dezembro último, não teve em conta diferentes tipos de música nem tentou compreender se músicas calmas funcionam melhor do que as restantes. Segundo Bradshaw, "o estilo musical não é importante, desde que consiga prender o interesse do paciente".
Clique AQUI para aceder aos resultados publicados no Journal of Pain." (Boas notícias)

Artigo original:

The Journal of Pain | Volume 12, Issue 12 , Pages 1262-1273, December 2011
 
Individual Differences in the Effects of Music Engagement on Responses to Painful Stimulation

20120116

Técnicas activas

Nós não inventámos nada ; ) Gracias, Neurosciences & Musicothérapie!


"Avec pour seul instrument le corps et quelques morceaux de bambous, KoBaGi nous transporte dans un univers d'utopies singulières, sans frontières, sans limites, où les corps et les sons se démultiplient, s'entremêlent, s'assemblent et se tissent dans un fracas vibratoire, frémissant entre l'Est-Timur et l'Ouest-Barat, en esquivant tout folklore convenu... .. KoBaGi signifie Komunitas Badan Gila (la Communauté des Corps Fous), elle est issue de la rencontre entre la troupe balinaise CekGen et le musicien français Grégoire Gensse qui, pendant deux mois, les a initiés aux percussions corporelles afin de les associer à différentes traditions vocales balinaises comme le Kecak, le Genjek, les Kidung, les Kélés, etc...

www.kobagi.org (contact : kobagi@hotmail.fr)

Réalisation : Julien Vergne www.julienvergne.fr" (

"Casa da Música põe formadores a ajudar pessoas"

Pessoas sem estudos musicais podem ter em si imensa musicalidade”, dizem os formadores
JN

É um projecto inspirador e diligente: a Casa da Música dá formação musical a pessoas que não podem frequentar salas de concertos – e vai ter com elas onde estão. Os resultados são estrondosos, diz a Casa. A ideia é fazer serviço público e dar música como terapia.

Hospital Magalhães Lemos, no Porto, já acolheu o projecto “A Casa vai a casa”
Estamos no pavilhão de terapia ocupacional do Hospital Magalhães Lemos, no Porto, numa sala fria e pequena que parece uma garagem. É manhã e lá dentro estão todos de pé: oito pacientes, dois animadores e um homem de bata branca que entra e sai frequentemente. Eles mexem-se como quem quer aquecer e daqui a nada vai haver convulsão: os baldes de lixo, as garrafas, as panelas, os tubos e os tachos e as sobras de uma cama que ali vemos vão deixar de ser o que são para se transformarem em estranhos mas funcionais instrumentos musicais.

Aquilo que ali acontece – uma sessão de duas horas que faz parte de um programa de seis sessões – é “A Casa vai a casa” em movimento. É um serviço de música ao domicílio desenhado para instituições cujos utentes, pela razão de estarem internados num hospital (ou numa prisão ou numa associação ou num lar), não podem por si próprios frequentar a Casa da Música (CDM).
A ideia, que é “favorecer a auto-estima dos utentes por via da formação e da descoberta”, diz Jorge Prendas, responsável pelo departamento de Serviço Educativo da CDM, poderá parecer prosaica, mas não é: “Isto é serviço público. Isto é usar a música para terapia”. Os resultados, acrescenta Prendas, são “sólidos, com qualidade e sem condescendência”.
Superar o défice social
Projecto silencioso mas diligente, “A Casa vai a casa” funciona há quatro anos com duas brigadas de dois animadores (Artur Carvalho/António Miguel e Paulo Neto/bruno Estima) que já levaram formação e música a mais de oito mil pessoas do Grande Porto.
“As sessões são para pessoas com alguma espécie de défice social e motivacional. São, por isso, rampas motivadoras, tanto pessoalmente quanto artisticamente”, diz Artur Carvalho, que naquela manhã se aplicou em conjugações de construção e improvisação de estruturas melódicas.
Também António Miguel, que leva consigo o seu órgão, viu ali episódios de superação: “Pessoas sem quaisquer estudos musicais podem ter dentro de si imensa musicalidade. A nossa função é libertá-las”. E o formador insiste na capacidade de inclusão da música: “Nós fazemos com que as pessoas fiquem mais predispostas para a felicidade. É verdade. E é muito gratificante saber isto”.

20120108

Divulgação | Musicoterapia e Autismo

http://www.youtube.com/user/Musicoterapiautismo/featured
Canal, no youtube, acerca de Musicoterapia e Autismo. A autora apresenta-se como:
"Sou professora de educação musical infantil formada pela UFRGS em 1982 com especialização em musicoterapia em 2007. Trabalho como professora de música na UNB no Projeto de Música para Crianças e em minha casa, com musicoterapia para crianças com diferentes transtornos no desenvolvimento, especialmente dentro do espectro do autismo."
Descrição:
"A exposição deste trabalho pretende abrir um diálogo com leigos e profissionais do assunto que tenham, como nós, interesse em ampliar a visão sobre o autismo e a musicoterapia. Este vídeo mostra algo do nosso trabalho com uma criança com autismo.
contato: clarisseprestes@gmail.com"
Um vídeo (entre vários):

Actualização da definição de Musicoterapia (2011)

@Fotos de World Federation of Music Therapy

"Musicoterapia é a utilização profissional da música e seus elementos, para a intervenção em ambientes médicos, educacionais e cotidiano com indivíduos, grupos, famílias ou comunidades que procuram otimizar a sua qualidade de vida e melhorar suas condições físicas, sociais, comunicativas, emocionais , Intelectual, espiritual e de saúde e bem estar. Investigação, a educação, a prática eo ensino clínico em musicoterapia são baseados em padrões profissionais de acordo com contextos culturais, sociais e políticos "(WFMT, 2011).
Fonte: http://musicoterapeutamirna.blogspot.com/2011/08/definicao-de-musicoterapia-atualizada.html
“Music therapy is the professional use of music and its elements as an intervention in medical, educational, and everyday environments with individuals, groups, families, or communities who seek to optimize their quality of life and improve their physical, social, communicative, emotional, intellectual, and spiritual health and wellbeing. Research, practice, education, and clinical training in music therapy are based on professional standards according to cultural, social, and political contexts” (WFMT, 2011).
Fonte: http://singaporemusictherapy.wordpress.com/2011/05/01/what-is-music-therapy-2/

20111103

Efeitos benéficos do Didgeridoo

"Le Didgeridoo est reconnu pour l'effet bénéfique sur le corps de ses vibrations. La tonalité basse, quasiment identiques a celles des chants et des trompettes des moines Tibétains, touche directement le chakra racine, celui qui nous permet de nous recentrer, de trouver notre intériorité. 
Ces ondes sonores aident notre cerveau à émettre des ondes Thêta." (Neurosciences & Musicothérapie)

Fonte: http://www.facebook.com/pages/Neurosciences-Musicoth%C3%A9rapie/106648592702433

20110816

Também agradeço ao Portal da Musicoterapia Brasileira : )


Portal da Musicoterapia Brasileira

Abraço, amig@s e continuação do bom trabalho!

Grata pela referência : ) | Thanks Kimberly Sena Moore

É sempre bom sermos alvo de atenção positiva de outros, da área, no caso : )
"I thought it may help if I provide you with a list of services and products I use on a regular basis. Some are related to “working” online (e.g. having a website, using social media, etc.), some are books I’ve read, and others are products I use as a therapist (e.g. my audio and video recorders). I will continue to add to this Resource page as I learn about, use, and love new products and services. Enjoy!
The products and services listed below are ones that I know, have used, and endorse. There are some items on here that contain affiliate links, but they’re not on here because of that–they’re included as a Resource because I have used them and like them. Where possible, I also include a link to the article that reviews the product or service. (...)" (LER NA ÍNTEGRA)


20110719

Vídeo | World Congress of Music Therapy in Seoul

"1347 participants from 45 countries attended a stunning 13. World Congress of Music Therapy in Seoul, Korea. Get a taste of the scientific and cultural highlights by watching this video clip" ()

20110611

Crítica do dia, no caso negativa e o nomeado é ...


Há coisas que causam logo comichão, pruridos, como prefiram ... no caso, refiro-me ao título de uma notícia e depois de ler, ao próprio conteúdo pelo que, deixo ao critério de cada um decidir se vai ou não embarcar em algo que à partida não faz sentido. Deixo a questão:

- sendo a musicoterapia uma forma de terapia, fará sentido aplicá-la a quem ainda nem sabe o que é gatinhar (há melhores argumentos, sei disso ...)? Ora ... raios partam estes mercadores da treta ... NÃO COMPREM NADA DESTAS COISAS, é o meu conselho (pago pelos meus pais qdo me financiaram formação na área).

20110608

Tubarões brancos são fãs de AC/DC

Les requins blancs grands fans d'AC/DC
"(...) "On sait que la musique d'AC/DC fonctionne très bien pour attirer les requins, et on est en train de faire des recherches pour voir si ça fonctionne aussi sur d'autres espèces". D'après lui, les chansons If you want blood et You shook me all night long sont celles qui ont le plus de succès auprès des squales.
Selon le quotidien australien, la raison scientifique est que les requins sont attirés par les basses fréquences, très courantes dans les morceaux d'AC/DC. Toujours est-il que Matt Waller a trouvé un bon filon pour se démarquer de ses concurrents." (Fonte: Gentside)

20110524

"Projecto-piloto em Musicoterapia Preventiva revela-se um Sucesso!"

"A Felicity deu início a um projecto-piloto, junto de um dos seus Parceiros - o Jardim de Infância “O Sorriso”, no âmbito da nova proposta na área da Musicoterapia - a Musicoterapia Preventiva.

A Musicoterapia Preventiva destina-se a crianças da primeira infância (creche e Jardim de Infância), centrando-se na estimulação das suas competências e prevenção de sintomas/patologias que possam surgir no decorrer do seu desenvolvimento.

As crianças da Instituição “O Sorriso”, que participam nos grupos de Musicoterapia Preventiva, não têm qualquer tipo de perturbação de desenvolvimento. Esta intervenção terapêutica de estimulação e prevenção, é uma mais-valia para o crescimento de todo o potencial cognitivo e comportamental destas crianças.

O objectivo principal da Musicoterapia Preventiva, em grupo, é proporcionar a cada uma das crianças, um espaço onde poderá explorar de uma forma aberta, experimental, interactiva, sistemática e evolutiva, os elementos da música, assim como, todos os sons do corpo/instrumentos/voz e música em geral, mas sempre com um olhar terapêutico e não com uma perspectiva didáctica.

A terapeuta (Psicóloga Especializada) terá portanto, o papel de “abrir” novos caminhos à criança, possibilitando o desenvolvimento das suas capacidades a todos os níveis, sendo a música utilizada como mediadora para produzir mudanças.

Os resultados da Musicoterapia Preventiva estão à vista! Inês Cabral, Educadora d’ “O Sorriso” revela-nos a sua satisfação com este novo conceito de terapia, dando à Felicity o feedback desejado:

“A musicoterapia preventiva tem proporcionado ao grupo de crianças d’ “O Sorriso”, a interacção entre todos e a exploração dos sons produzidos pelos instrumentos, música e voz da terapeuta. Tem sido uma mais-valia, no qual nos tem sido possível perceber e ver no grupo as evoluções e seus desenvolvimentos ao nível de atenção, percepção, entre outros.”

A Felicity continuará a apostar nesta terapia preventiva, que promove o desenvolvimento global da criança, tornando-a simultaneamente mais Feliz!"(Fonte: Felicity)






20110523

"Clínica eslovaca acalma bebés com música clássica"

Uma clínica de Eslováquia descobriu uma forma de acalmar os bebés separados das suas mães, utilizando a música clássica.

Por: A.M.
Imagem daqui

De acordo com a médica Slavka Viragova, a música substitui a voz da mãe, ajuda na regulamento da respiração e mantém o ritmo do coração. 
A médica Slavka Viragova, que lançou este projecto, afirmou que Mozart ajuda os bebés a lembrar a mãe na sua ausência e a lidar com o stress do nascimento. " O trauma do nascimento é extremamente stressante  para o bebé, a musicoterapia ajuda o bebé a ganhar peso, livrar-se de stress e lidar melhor com a dor", confessou ao 'Daily Mail'. 
Segundo esta fonte, os bebés ouvem música calmante entre 5-6 minutos. Os enfermeiros utilizam também este método para os bebés prematuros porque ajuda a estabilizar o sistema respiratório.  (CM online)
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