20120611

Parabéns, Buenos Aires!

Projeto Arte Solidária chega aos hospitais de Teresina 

O Hospital do Buenos Aires será o próximo a receber a orquestra Big Band e o teatro de bonecos
"Foi assinado na manhã de hoje (11) um convênio entre a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMCMC) e a Fundação Municipal de Saúde (FMS) com o objetivo de levar arte e cultura para os hospitais municipais, humanizando o atendimento e ajudando na recuperação de pacientes. São oficinas de leitura, teatro de bonecos e musicoterapia, tanto para adultos quanto para crianças. Elmano Férrer, prefeito de Teresina, participou do evento. (...)"

Ler tudo em: http://180graus.com/politica/projeto-arte-solidaria-chega-aos-hospitais-de-teresina-532902.html

20120606

Cascais | Concerto de solidariedade

@ Facebook
"CONCERTO DE SOLIDARIEDADE VOX LACIi: Para quem ainda não comprou bilhete, podem fazê-lo pela ticketline (link em baixo). Crianças até 4 anos inclusive GRÁTIS, 5 aos 11 anos inclusive 50% do bilhete.

Não se esqueçam! É já dia 16 DE JUNHO (SÁBADO) ÀS 11H no TEATRO GIL VICENTE. Apareçam! Parte da bilheteira reverte para a Música nos Hospitais!" (Facebook)

20120414

'Estudo avalia como ouvir clássicos pode melhorar resposta anti-inflamatória e ação do sistema imunológico no caso de transplantes de órgãos e tecidos'

Para o imunologista, a grande questão que gira em torno do transplante é modular as células defensoras para que elas entendam que o tecido estranho não é agressor. “Sempre que uma pessoa recebe um transplante, o sistema imunológico é acionado. O estudo comprovou que a música clássica pode diminuir a atividade do organismo, atuando como uma espécie de anti-inflamatório, prolongando a sobrevida dos animais”, acrescenta Paulo Soares.
Leia tudo em:
http://www.em.com.br/app/noticia/tecnologia/2012/04/13/interna_tecnologia,288595/pesquisa-tenta-identificar-influencia-da-musica-sobre-o-sucesso-dos-transplantes.shtml

20120413

20120206

Estudo mostra que actividade forma protecção natural contra perdas cognitivas

Dedicação musical traz benefícios em idade avançada 

As muitas horas dedicadas à aprendizagem da música trazem benefícios a longo prazo, segundo mostrou um estudo publicado no jornal «Neuropsychology», da Associação Americana de Psicologia.

A investigação indica que aqueles que tocaram instrumentos musicais durante anos a fio parecem formar uma protecção natural contra perdas cognitivas, que costumam ocorrer durante a terceira idade.

Mesmo que essas pessoas tivessem parado em determinado momento das suas vidas, a mente continua a mostrar-se afiada em idade avançada, quando comparada com os que nunca aprenderam música.

Um grupo, formado por 70 músicos com idade entre 60 e 83 anos, submeteu-se a variados testes de memória e habilidade e os resultados mostraram que quem tocou música durante pelo menos uma década apresentava melhor desempenho e benefícios cognitivos. Ou seja, quanto mais as pessoas tocam, mais benefícios terão no futuro.

O piano foi o instrumento mais popular entre os músicos, seguido dos instrumentos de sopro. Todos os voluntários eram amadores e tinham em comum o facto de terem iniciado aulas de música por volta dos dez anos.

O estudo também considerou a preparação física e o nível educacional dos participantes. Os investigadores descobriram ainda que existia uma relação entre a capacidade cognitiva e os anos de actividade musical, para além de consideraram o facto de os voluntários continuarem ou não envolvidos com música.

A descoberta mostra que o funcionamento cerebral pode ser alterado e a música pode ser um assunto para considerações futuras porque envolve uma combinação de capacidades motoras, leitura, audição e acções" (CiênciaHoje)
Relacionado:

20120121

"Música ajuda a aliviar a dor e a ansiedade"

"A música pode ajudar a aliviar a dor, especialmente em pessoas que sofrem de ansiedade. Os resultados são de um estudo da Univesidade de Utah, nos EUA, que demonstra que ouvir música contribui para reduzir o incómodo em situações dolorosas como, por exemplo, procedimentos médicos ou idas ao dentista.
Os investigadores desta universidade norte-americana analisaram 143 pessoas que ouviam música enquanto recebiam um choque doloroso na ponta do dedo. Os participantes foram convidados a seguir a melodia e identificar diferentes tons, num esforço realizado com o propósito de afastar da mente a sensação de dor e a ansiedade em relação à mesma.
Durante a análise, as respostas dos participantes à dor foram medidas através da atividade elétrica cerebral, da dilatação das pupilas e de alguns outros métodos, uma vez que os especialistas consideram estas medições mais objetivas do que as dadas por cada um a respeito da própria dor.
As conclusões obtidas pela equipa de especialistas evidenciaram que a dor sentida pelos participantes diminuiu à medida que estes ficavam mais e mais absorvidos pelo ritmo da música, sendo que os maiores benefícios se observaram nas pessoas que se encontravam mais ansiosas.
"Os nossos resultados demonstram que atividades como ouvir música podem ser eficazes na redução da dor em pessoas que sofram de grandes níveis de ansiedade", explicou David Bradshaw, um dos investigadores, ao WebMD.
O coordenador da investigação sugere mesmo atividades deste tipo àqueles que precisem de uma pequena ajuda, por exemplo, na próxima visita ao dentista. "Ouvir música com auscultadores ou jogar um vídeojogo com efeitos sonoros que possam ser ouvidos com auscultadores são métodos eficazes, já que a música disfarça o som dos instrumentos dentários", explicou.
De referir que o estudo, cujas conclusões foram dadas a conhecer em Dezembro último, não teve em conta diferentes tipos de música nem tentou compreender se músicas calmas funcionam melhor do que as restantes. Segundo Bradshaw, "o estilo musical não é importante, desde que consiga prender o interesse do paciente".
Clique AQUI para aceder aos resultados publicados no Journal of Pain." (Boas notícias)

Artigo original:

The Journal of Pain | Volume 12, Issue 12 , Pages 1262-1273, December 2011
 
Individual Differences in the Effects of Music Engagement on Responses to Painful Stimulation

20120116

Técnicas activas

Nós não inventámos nada ; ) Gracias, Neurosciences & Musicothérapie!


"Avec pour seul instrument le corps et quelques morceaux de bambous, KoBaGi nous transporte dans un univers d'utopies singulières, sans frontières, sans limites, où les corps et les sons se démultiplient, s'entremêlent, s'assemblent et se tissent dans un fracas vibratoire, frémissant entre l'Est-Timur et l'Ouest-Barat, en esquivant tout folklore convenu... .. KoBaGi signifie Komunitas Badan Gila (la Communauté des Corps Fous), elle est issue de la rencontre entre la troupe balinaise CekGen et le musicien français Grégoire Gensse qui, pendant deux mois, les a initiés aux percussions corporelles afin de les associer à différentes traditions vocales balinaises comme le Kecak, le Genjek, les Kidung, les Kélés, etc...

www.kobagi.org (contact : kobagi@hotmail.fr)

Réalisation : Julien Vergne www.julienvergne.fr" (

"Casa da Música põe formadores a ajudar pessoas"

Pessoas sem estudos musicais podem ter em si imensa musicalidade”, dizem os formadores
JN

É um projecto inspirador e diligente: a Casa da Música dá formação musical a pessoas que não podem frequentar salas de concertos – e vai ter com elas onde estão. Os resultados são estrondosos, diz a Casa. A ideia é fazer serviço público e dar música como terapia.

Hospital Magalhães Lemos, no Porto, já acolheu o projecto “A Casa vai a casa”
Estamos no pavilhão de terapia ocupacional do Hospital Magalhães Lemos, no Porto, numa sala fria e pequena que parece uma garagem. É manhã e lá dentro estão todos de pé: oito pacientes, dois animadores e um homem de bata branca que entra e sai frequentemente. Eles mexem-se como quem quer aquecer e daqui a nada vai haver convulsão: os baldes de lixo, as garrafas, as panelas, os tubos e os tachos e as sobras de uma cama que ali vemos vão deixar de ser o que são para se transformarem em estranhos mas funcionais instrumentos musicais.

Aquilo que ali acontece – uma sessão de duas horas que faz parte de um programa de seis sessões – é “A Casa vai a casa” em movimento. É um serviço de música ao domicílio desenhado para instituições cujos utentes, pela razão de estarem internados num hospital (ou numa prisão ou numa associação ou num lar), não podem por si próprios frequentar a Casa da Música (CDM).
A ideia, que é “favorecer a auto-estima dos utentes por via da formação e da descoberta”, diz Jorge Prendas, responsável pelo departamento de Serviço Educativo da CDM, poderá parecer prosaica, mas não é: “Isto é serviço público. Isto é usar a música para terapia”. Os resultados, acrescenta Prendas, são “sólidos, com qualidade e sem condescendência”.
Superar o défice social
Projecto silencioso mas diligente, “A Casa vai a casa” funciona há quatro anos com duas brigadas de dois animadores (Artur Carvalho/António Miguel e Paulo Neto/bruno Estima) que já levaram formação e música a mais de oito mil pessoas do Grande Porto.
“As sessões são para pessoas com alguma espécie de défice social e motivacional. São, por isso, rampas motivadoras, tanto pessoalmente quanto artisticamente”, diz Artur Carvalho, que naquela manhã se aplicou em conjugações de construção e improvisação de estruturas melódicas.
Também António Miguel, que leva consigo o seu órgão, viu ali episódios de superação: “Pessoas sem quaisquer estudos musicais podem ter dentro de si imensa musicalidade. A nossa função é libertá-las”. E o formador insiste na capacidade de inclusão da música: “Nós fazemos com que as pessoas fiquem mais predispostas para a felicidade. É verdade. E é muito gratificante saber isto”.

20120108

Divulgação | Musicoterapia e Autismo

http://www.youtube.com/user/Musicoterapiautismo/featured
Canal, no youtube, acerca de Musicoterapia e Autismo. A autora apresenta-se como:
"Sou professora de educação musical infantil formada pela UFRGS em 1982 com especialização em musicoterapia em 2007. Trabalho como professora de música na UNB no Projeto de Música para Crianças e em minha casa, com musicoterapia para crianças com diferentes transtornos no desenvolvimento, especialmente dentro do espectro do autismo."
Descrição:
"A exposição deste trabalho pretende abrir um diálogo com leigos e profissionais do assunto que tenham, como nós, interesse em ampliar a visão sobre o autismo e a musicoterapia. Este vídeo mostra algo do nosso trabalho com uma criança com autismo.
contato: clarisseprestes@gmail.com"
Um vídeo (entre vários):

Actualização da definição de Musicoterapia (2011)

@Fotos de World Federation of Music Therapy

"Musicoterapia é a utilização profissional da música e seus elementos, para a intervenção em ambientes médicos, educacionais e cotidiano com indivíduos, grupos, famílias ou comunidades que procuram otimizar a sua qualidade de vida e melhorar suas condições físicas, sociais, comunicativas, emocionais , Intelectual, espiritual e de saúde e bem estar. Investigação, a educação, a prática eo ensino clínico em musicoterapia são baseados em padrões profissionais de acordo com contextos culturais, sociais e políticos "(WFMT, 2011).
Fonte: http://musicoterapeutamirna.blogspot.com/2011/08/definicao-de-musicoterapia-atualizada.html
“Music therapy is the professional use of music and its elements as an intervention in medical, educational, and everyday environments with individuals, groups, families, or communities who seek to optimize their quality of life and improve their physical, social, communicative, emotional, intellectual, and spiritual health and wellbeing. Research, practice, education, and clinical training in music therapy are based on professional standards according to cultural, social, and political contexts” (WFMT, 2011).
Fonte: http://singaporemusictherapy.wordpress.com/2011/05/01/what-is-music-therapy-2/

20111103

Efeitos benéficos do Didgeridoo

"Le Didgeridoo est reconnu pour l'effet bénéfique sur le corps de ses vibrations. La tonalité basse, quasiment identiques a celles des chants et des trompettes des moines Tibétains, touche directement le chakra racine, celui qui nous permet de nous recentrer, de trouver notre intériorité. 
Ces ondes sonores aident notre cerveau à émettre des ondes Thêta." (Neurosciences & Musicothérapie)

Fonte: http://www.facebook.com/pages/Neurosciences-Musicoth%C3%A9rapie/106648592702433

20110816

  © Blogger template 'The Base' by Ourblogtemplates.com 2008. Adapted by Margarida Azevedo (Março, 29, 2009).

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